Pra que fazer Fisioterapia no Alzheimer?










A doença de Alzheimer, em estágios mais avançados, deixa o idoso debilitado, acamado e com várias disfunções, como por exemplo: dificuldade para deambular normalmente. Portanto, a fisioterapia atua de modo a evitar e/ou retardar as adversidades causadas pela doença de Alzheimer.

A abordagem da fisioterapia na  doença de Alzheimer é direcionada de acordo com os comprometimentos, principalmente motores, apresentados pelos idosos no decorrer da doença. A independência do idoso nas suas atividades de vida diária (AVDs), ou o mais próximo disso, é sempre o foco do fisioterapeuta, a partir de condições características da  doença de Alzheimer e do próprio envelhecimento que podem levar ao prejuízo dessa independência, como a fraqueza muscular, o déficit de equilíbrio, de coordenação e a imobilidade, por exemplo.

Uma ferramenta importante utilizada pela fisioterapia é o exercício de dupla tarefa (DT), já que o desempenho de tarefas realizadas concomitantemente em pacientes com  doença de Alzheimer é comprovadamente pior do que nos idosos sem DN.

A realização da atividade física associado à tarefas cognitivas, ou seja, a dupla tarefa, especialmente direcionadas à região frontal do córtex de pacientes com  doença de Alzheimer , foi benéfica em todos os participantes das pesquisas, principalmente na mobilidade física, fortalecimento muscular e refinamento de aspectos cognitivos como tomadas de decisão e de julgamento, flexibilidade mental, autocontrole e planejamento

O tratamento de fisioterapia para idosos com Alzheimer tem como objetivos:

  • Ajudar o indivíduo a movimentar-se mais livremente, mantendo alguma autonomia e mobilidade para se mexer na cama, sentar ou andar, por exemplo;
  • Evitar que os músculos fiquem presos e atrofiados, que trazem dores e dificultam tarefas como a higiene diária;
  • Permitir a boa amplitude das articulações, para realizar as tarefas do dia-a-dia;
  • Evitar quedas que podem levar à fraturas ósseas, que podem necessitar de tratamento cirúrgico;
  • Evitar dor nos músculos, ossos e tendões, que causam desconforto e mal-estar.
Sabe-se que atualmente a neuroplasticidade, que é o termo usado para a capacidade do sistema nervoso reorganizar a sua estrutura durante o seu desenvolvimento após a ocorrência de lesões, se mantém operante no cérebro adulto, através da capacidade de aprendizagem (restruturação de sinapses), de evidências de remodelação e brotamento sináptico e ramificação de dendritos, e da mielinização em algumas áreas corticais, que pode aumentar até pelo menos a sétima década de vida

Desta forma, a fisioterapia permite que o indivíduo mantenha alguma autonomia, conseguindo realizar suas tarefas do dia-a-dia sozinho ou com o mínimo de ajuda possível.

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