segunda-feira, 13 de julho de 2015

Curso Online de Fisioterapia Aplicada a Neurologia

Curso Fisioterapia Aplicada a Neurologia

O curso Fisioterapia Aplicada à Neurologia  oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre neuroanatomia, sistema nervoso, espasticidade, acidente vascular cerebral e muito mais.

Conteúdo:
  • Conceitos Básicos de Neuroanatomia;
  • Revisão Anatômica do Sistema Nervoso;
  • Células Nervosas (Neurônios, Células Gliais e Controle Metabólico);
  • Potenciais de Membrana e Transmissão De Estímulos;
  • Principais Vias Motoras (Trato Piramidal, Trato Rubroespinhal, Trato Vestibuloespinhal, Gânglios da Base e Alterações do Movimento).
  • Neurologia Adulta;
  • Considerações Sobre a Espasticidade e Rigidez;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Doença de Parkinson;
  • Traumatismo Cranioencefálico (TCE).
  • Neurologia Infantil;
  • Marcos do Desenvolvimento Motor Normal de 0 a 12 Meses de Vida;
  • Paralisia Cerebral;
  • Espinha Bífida;
  • Deficiência Mental;
  • Avaliação e Tratamento;
  • Descrição de Testes Específicos e de Exercícios Utilizados Dentro da Reabilitação Neurológica de Pacientes Paraplégicos e Hemiparéticos

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terça-feira, 19 de maio de 2015

Fisioterapia e as Doenças Neuromusculares


 Curso Doenças Neuromusculares

O termo "Doenças Neuromusculares" aplica-se a um universo muito alargado de diferentes patologias, já identificadas, e engloba as doenças dos músculos (Miopatias), doenças dos nervos (Neuropatias) doenças dos cornos anteriores da medula (Atrofia Espinais) e as perturbações da junção neuromuscular (Miastenias), entre outras.

São doenças genéticas, hereditárias e progressivas e todas têm em comum a falta de força muscular, necessitando os doentes, a quem foram diagnosticadas, de apoios e/ou ajudas técnicas – cadeiras de rodas eléctricas ou andarilhos para a sua locomoção, computadores para a escrita, apoios de cabeça, ajudas várias para a manipulação, veículos de transporte adaptados, etc.

Para tratá-las, o FISIOTERAPEUTA tem que ter conhecimentos sobre miopatias infantis, distrofias musculares, paralisias periódicas, esclerose lateral amiotrófica, neuroplasticidade e muito mais. E é isso que o Curso Online de Doenças Neuromusculares oferece.

E lendo os comentários de quem já fez o curso, consegue o seu objetivo com louvor. Saiba mais sobre o Curso Online de Doenças Neuromusculares.

É uma ótima dica de aprimoramento profissional!

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terça-feira, 31 de março de 2015

Acidente Vascular Cerebral em crianças


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Apesar de raro, crianças podem desenvolver acidente vascular cerebral (AVC). As causas desses são diferentes, mas, nesta faixa etária, a doença tem elevado índice de mortalidade e alto custo social, sendo, por vezes, difícil de ser diagnosticado.
O AVC infantil geralmente se apresenta com dores de cabeça recorrentes, crises convulsivas, ataques isquêmicos transitórios ou instalação súbita de déficits neurológicos.
Podem ocorrer hemorragias associadas a malformações, aneurismas e tromboses. A investigação inicial é feita por tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), seguindo-se da investigação etiológica com exames laboratoriais, cardíacos.
Outros fatores que podem levar ao desenvolvimento de AVCs são quadros de desidratação, hipercoagulabilidade e meningite podem ocorrer tromboses venosas.
O diagnóstico do AVC infantil pode ser realizado por tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O tratamento da doença é feita através de medicamentos e cirurgia.
Os pesquisadores concluíram que o diagnóstico de AVC na infância requer alto índice de suspeita a fim de evitar sequelas irreversíveis. Facilitar o acesso aos métodos de diagnóstico tem permitido o tratamento precoce, melhorando, assim, o prognóstico da doença.
O trabalho, realizado por pesquisadores de Curitiba, foi apresentado no 36º Congresso Brasileiro de Pediatria, que ocorreu de 08 a 12 de outubro no Rio de Janeiro.
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sábado, 31 de janeiro de 2015

Como se dá a Plasticidade Cerebral depois do AVC

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Plasticidade neuronal é a capacidade do sistema nervoso em alterar sua forma e função no decorrer da vida em função das exigências
adaptativas ambientais. O conceito mostra-se muito amplo: vai desde uma alteração muito extensa, por exemplo, após um traumatismo
cranioencefálico ou mesmo após um grande acidente vascular encefálico, até alterações sutis, tais como o aprendizado de um novo conceito.

Estudos com neuro-imagens de indivíduos com AVC, indicaram modelos de ativação pós-lesão que sugerem reorganização funcional tanto no córtex adjacente quanto no hemisfério contralateral. Investigações morfológicas mostraram que este tipo de plasticidade é mediado por proliferação de sinapses e brotamento axonal.

As alterações celulares que acompanham estas teorias são:

1. Brotamento ou Sprouting: ocorre um novo crescimento a partir de axônios. Envolve a participação de vários fatores celulares e químicos; resposta do corpo celular e a formação de novos brotos; alongamento dos novos brotos; e a cessação do alongamento axonal e sinaptogênese.

2. Ativação de Sinapses Latentes: quando um estímulo importante às células nervosas é destruído, sinapses residuais ou dormentes previamente ineficazes podem se tornar eficientes.

3. Supersensitividade de Desnervação: demonstrada no núcleo caudado, ocorre após processo de desnervação, na qual a célula pós-sináptica torna-se quimicamente supersensível devido a um desvio na supersensitividade (pré sináptica) causando acúmulo de acetilcolina na fenda sináptica ou por alterações na atividade elétrica das membranas.

Outro mecanismo ainda em fase de testes é o de transplante de células. O uso do transplante, combinado com um treinamento adequado,  demonstra que pode haver recuperação através deste associado com programas de reabilitação, com melhora na habilidade motora

Reorganização Neural Após Lesão Decorrente de AVE

Estudos usando tomografia por emissão de pósitrons (Positron Emission Tomography – PET) e imagem por ressonância magnética funcional (functional Magnetic Resonance Imaging – fMRI) sustentam o princípio da reorganização funcional do SNC após o AVE.       

O efeito da plasticidade decorrente da lesão no SNC pode depender da natureza dos circuitos neuronais individuais e dos níveis de especificidade desses circuitos. As respostas "plásticas" representam tentativas de reorganização neural que podem resultar na recuperação da função específica ou desencadear resultados indesejados como a formação de conexões inadequadas para a execução das atividades funcionais, incluindo complicações como as sinergias patológicas e a espasticidade. Quanto mais precisa for a reorganização das conexões restauradas, mais eficiente será a recuperação da função.

Estar atento a resposta do paciente nas terapias realizadas é o ponto de partida para o sucesso do tratamento e para a plasticidade acontecer.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Faça uma faxina no cérebro

 

Isso você sabe: uma horinha a mais de sono nos proporciona benefícios como aumento de memória, menos ansiedade e sensação de felicidade. A novidade, recém-descoberta pela neurociência, é que o sono extra também ajuda a limpar nosso cérebro. Uma série de experimentos mostra que o sono facilita a irrigação do fluido cerebrospinal, responsável por fazer uma "faxina" dos detritos moleculares e das proteínas tóxicas que muitas vezes podem levar à demência e outras doenças. Partindo desse princípio, uma equipe liderada pela professora Maiken Nedergaard, da Universidade de Rochester, fez experimentos com ratos, descritos no jornal Science. Sua conclusão: durante o sono, as células cerebrais dos roedores encolhiam, criando entre elas um espaço 60% maior e permitindo que o fluido cerebrospinal circulasse dez vezes mais rápido que no estado de vigília e, assim, removesse o "lixo" de suas cabeças.

Para saber como o cérebro dos ratos reagia a toxinas, os neurocientistas injetaram neles proteínas associadas à doença de Alzheimer. Estas eram removidas muito mais eficientemente durante o sono. Além de abrir grandes possibilidades de combate a doenças degenerativas, essas descobertas são úteis aos trabalhadores da economia do conhecimento: fazendo a faxina cerebral certa, poderão estar ativos mesmo aos 80 anos. E servem de alerta para workaholics ou descuidados que sacrificam horas de sono: apaguem a luz e comecem a faxina já.

Ainda bem que o dono está dormindo... (Foto: Getty Images)
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Saiba mais sobre as doenças neurodegenerativas


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As doenças neurodegenerativas ocorrem devido à destruição progressiva e, muitas vezes, irreversível de neurônios, responsáveis por algumas funções do sistema nervoso central. Em casos graves, dependendo da doença o paciente perde suas funções motoras, fisiológicas e a capacidade cognitiva. Para reverter ou controlar os sintomas dessas patologias o tratamento é realizado com medicamentos que inibem a destruição dos neurônios afetados.

Além disso, terapias ocupacionais são associadas para ajudar na qualidade de vida dos pacientes. As doenças neurodegenerativas mais comuns são a esclerose múltipla, a doença de Parkinson (DP), o mal de Alzheimer e a doença de Huntington.

A doença de Parkinson (DP), ou mal de Parkinson se caracteriza pela destruição dos neurônios dopaminérgicos, responsáveis pela produção de dopamina, no sistema nervoso, o que causa o famoso distúrbio dos movimentos. Os sintomas mais conhecidos associados à DP são rigidez muscular, tremor, bradicinesia – lentidão dos movimentos, distúrbios de sono e dificuldades na comunicação verbal.

Os pacientes com a doença de Alzheimer, ou mal de Alzheimer, sofrem comprometimentos na memória, falta de compreensão para desempenhar atividades rotineiras e também para se comunicar. É uma doença degenerativa do cérebro e progressiva, seus principais sintomas são confusão mental, mudanças de humor e desorientação no tempo e espaço.

A única que é classificada unicamente como hereditária, causada por uma mutação genética é a doença de Huntington, mal de Huntington ou coreia de Huntington. A patologia afeta o sistema nervoso central provocando movimentos involuntários dos braços, pernas e do rosto. Além disso, afeta as habilidades cerebrais e alguns traços da personalidade do paciente. Como o mal de Alzheimer, esclerose múltipla e a DP, a doença não tem cura e seus sintomas também podem ser minimizados por medicamentos.

Com causa desconhecida como as demais, os pacientes da esclerose múltipla ou esclerose disseminada, apresentam fraqueza e rigidez muscular, dores articulares e descoordenação motora. Classificada como crônica, a doença neurológica também desencadeia dificuldades de movimentos dos braços e pernas. Em alguns casos, causa tremores e formigamentos em partes do corpo.
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