Raiz Nervosa Motor Exame Teste Funcional L3 Quadríceps Estendidos Agachar e subir L4 Tornozelo dorsofletidos Andar sobre saltos L5...

Testes funcionais para coluna lombar




Raiz Nervosa Motor ExameTeste Funcional
L3 Quadríceps Estendidos Agachar e subir
L4 Tornozelo dorsofletidos Andar sobre saltos
L5 Dorsoflexão do Hálux Andar sobre saltos
S1 Flexão de Hálux Caminhe na ponta dos pés (tornozelo flexão plantar)

Esse é um pequeno quadro, que tem como função ajudar na identificação de alguns sinais. 

B erta Bobath (Berlim, 5 de dezembro de 1907 — Londres, 20 de janeiro de 1991) foi uma fisioterapeuta alemã, conhecida por ter desenvolvido ...

Quem é Berha Bobath?



Berta Bobath (Berlim, 5 de dezembro de 1907 — Londres, 20 de janeiro de 1991) foi uma fisioterapeuta alemã, conhecida por ter desenvolvido - junto com seu marido Karl Bobath (1906—1991) - o "Conceito Bobath", um conjunto de técnicas que visam melhorar tônus, espasticidade e outras características musculares.

Conheceu seu futuro marido, o fisiologista Karel Bobath ainda na infância. Em 1926 ela adquiriu o título de educadora física. Mais tarde recebeu o título de fisioterapeuta. Durante o regime nazista Berta e Karel fugiram para Londres, na Inglaterra, onde se casaram em 23 de abril de 1941. Em 1951 o casal Bobath funda o Centro Bobath. Em 1976 o casal recebeu o Bundesverdienstkreuz, um ordem de mérito federal da Alemanha.

O casal suicidou-se em 20 de janeiro de 1991 em Londres.

OBS.: O Conceito Neuroevolutivo - Bobath é uma abordagem terapêutica que prioriza a solução de problemas. O conhecimento da Filosofia, Teoria e Princípios do Conceito Neuroevolutivo- Bobath, devem ser enfatizados e considerados em cada sessão de terapia.  O Conceito Neuroevolutivo – Bobath foi desenvolvido por Karel e Bertha Bobath em 1943, quando trabalhavam com pacientes adultos hemiplégicos e mais tarde usaram e aperfeiçoaram com crianças portadoras de Paralisia Cerebral. O tratamento baseado no conceito Neuroevolutivo passou por várias mudanças desde seu início, mas sua filosofia permanece a mesma. O que mudou foi sua teoria, já que a ciência mudou em várias áreas, ou seja, novas pesquisas levaram a mudar o nosso entendimento do funcionamento e da integração do SNC.

O  mal de Pott  ( ou doença de Pott ou tuberculose vertebral ) é uma formade apresentação de tuberculose extrapulmonar, onde a coluna verte...

Doença de Pott ou tuberculose vertebral



mal de Pott (ou doença de Pott ou tuberculose vertebral) é uma formade apresentação de tuberculose extrapulmonar, onde a coluna vertebral é afetada. A doença foi descrita em 1799, por Percivall Pott (1714-1788), um cirurgião londrino. É mais comum atingir as vértebras T8 à L3. A doença começa no corpo vertebral anterior. O disco adjacente é envolvido, levando a um estreitamento do espaço entre os discos e herniação. Eventualmente a vértebra colapsa e porção anterior leva a uma cifose e/ou escoliose. As estruturas vertebrais posteriores (pedículos, espinha) são raramente envolvidos. Abscessos são formados adjacentes à coluna vertebral, e calcificação é patognomônico de tuberculose.

Os sinais e sintomas são: dorsalgia, febre, suor noturno, anorexia, perda de peso e dormência, formigamento e fraqueza muscular em membros inferiores.

O diagnóstico de dá por exame de sangue, PPD (purified protein derivative), radiografia da coluna vertebral, tomografia computadorizada da coluna vertebral, biópsia óssea e ressonância magnética.

O controle da disseminação da tuberculose pode prevenir o Mal de Pott. Pacientes que tiveram o teste PPD (teste cutâneo com injeção de tuberculina) positivo (mas não tuberculose ativa), podem ter seus riscos diminuídos com a utilização de medicamentos que previnem a tuberculose. Para o tratamento efetivo da tuberculose, é crucial que os pacientes tomem suas medicações exatamente como prescrito. O tratamento se dá por drogas antituberculosicas, analgesicos, imobilização da coluna vertebral e cirurgia, se necessária.

As complicações tardias são: colapso vertebral resultando em cifose, compressão do cordão espinhal, formação de sinus e paraplegia.

Quando uma pessoa tem um acidente vascular cerebral, seja hemorrágico ou isquêmico, a principal incapacidade física é a hemiplegia, defin...

Bola Suiça na hemiplegia por AVC



Quando uma pessoa tem um acidente vascular cerebral, seja hemorrágico ou isquêmico, a principal incapacidade física é a hemiplegia, definida como paralisia ou paresia de um lado corporal.
Os sintomas são resultantes de uma lesão em um hemisfério cerebral afetando um lado contra-lateral do corpo, e o desenvolvimento de sintomas de hemiparesia e/ou disfasia é rápido, com quadro inicial de hemiplegia flácida, evoluindo para espasticidade. Outras incapacidades decorrentes do AVC podem ser problemas de percepção, cognição, sensórias de comunicação que precisam ser considerados no tratamento.
A atuação do fisioterapeuta é nos sistemas cardio-respiratório, osteo muscular e neurológico, buscando avaliar o grau de incapacidade física do paciente e atuar buscando uma melhora na sua
qualidade de vida em cima do resultado da avaliação.
Os principais objetivos são: preservar a função motora retardando ou minimizando as instalações
das incapacidades; tratar as alterações e os sintomas provenientes do AVC e problemas associados; e reabilitar o paciente dentro das suas potencialidades.
Para o tratamento de hemiplegia, a Fisioterapia dispõe de uma variedade de recursos, tais como a cinesioterapia, exercícios respiratórios, crioterapia, hidroterapia, Método de Kabat, reeducação postural, mobilizações passivas, dentre outras técnicas, visando a restauração dos déficits motores e respiratórios, promovendo o retorno da função e a sua independência.
A Bola Suíça vem sendo utilizada no tratamento
neuroevolutivo há cerca de 40 anos. Atualmente, a bola vem sendo aplicado em várias afecções
neurológicas, ortopédicas e na terapia intensiva. Pode ser de uso adulto ou pediátrico, a nível ambulatorial, hospitalar e até domiciliar. Durante um atendimento com o uso da Bola Suíça, o fisioterapeuta deve permanecer ao lado do paciente, assim como a superfície para o trabalho deve ser adequada, com o solo firme e anti-deslizante. Podem ser utilizadas nas modalidades global e analítica, com o objetivo de facilitação do aprendizado motor.
A técnica analítica visa especificamente um músculo ou grupo muscular envolvidos em determinado movimento e é utilizada quando se pretende aumentar a força e o trofismo
muscular. A técnica global dirige-se aos diversos músculos de uma cadeia cinética motora e encontra-se mais próximo das atividades funcionais da vida diária.
A Bola Suíça pode ser utilizada como um recurso adicional no tratamento das incapacidades funcionais nos pacientes neurológicos, pois busca recuperar as atividades motoras de forma globalizada, tendo se tornado um instrumento terapêutico muito aceito, não só nos departamentos de Fisioterapia, mas também entre os personal trainers e pessoas que buscam um estilo de vida saudável.
O trabalho cinesioterápico com a Bola Suíça visa reeducar a flexibilidade e as alterações musculares, possibilitando uma terapia relaxante, melhorando de forma gradativa, as disfunções pulmonares, equilíbrio, coordenação e força muscular.

A esclerose múltipla é definida como uma doença neurológica crônica, que se caracteriza como uma lesão do sistema nervoso central, usualment...

Causas Esclerose Múltipla



A esclerose múltipla é definida como uma doença neurológica crônica, que se caracteriza como uma lesão do sistema nervoso central, usualmente progressiva e que não tem cura. É conhecida também como esclerose em placas ou doença desmielinizante, pois transforma em placa endurecida a mielina que recobre e isola as fibras nervosas destinadas aos impulsos do cérebro, ao nervo óptico e à medula espinhal, dificultando assim o controle de várias funções orgânicas, tais como visão, o andar e o falar, entre várias outras funções fisiológicas.

Na esclerose múltipla ainda não se sabe o porquê a mielina é lesada, passando por um processo de desmielinização, o que se sabe é, que a lesão fundamental evolui em duas etapas: uma desmielinização inicial que poderá ser total ou parcialmente reversível ou, uma esclerose irreversível tardia.

O início da esclerose múltipla se dá entre os 20 e 45 anos de idade em 2/3 dos casos, sendo rara antes da puberdade e em casos com mais de 55 anos. Desenvolve-se mais em mulheres do que em homens cerca de 3:2.

As possíveis causas que desencadeiam a esclerose múltipla ainda são controvertidas. Várias hipóteses e fatores são estudados na tentativa de explicar o aparecimento da doença, no entanto, o que se tem como certo é a existência de um defeito imunológico. Mas, porém, as características, o tipo e as principais causas desse mesmo defeito imunológico são também controvertidas. Os possíveis fatores e hipóteses que poderiam explicar o aparecimento da doença são:

1- fatores Ambientais: devido ao aparecimento maior de casos em áreas temperadas em relação a áreas tropicais;

2- fatores Genéticos: presença de um fator genético que seria responsável por uma ligação com a transmissão familiar da doença (antígenos de histocompatibilidade);

3- aspectos da Hipótese Virótica - atualmente estão sendo realizados estudos sobre o possível papel da Herpes Humana Vírus tipo 6 (HHV-6) na esclerose múltipla onde o vírus entraria no sistema nervoso central depois de uma infecção na infância (Roseóla), e então, talvez em pessoas com predisposição genética, o vírus seria reativado na idade adulta, fazendo com que o sistema imunológico do indivíduo destrua a mielina do próprio corpo. No entanto, ainda não há evidências que o tratamento com agentes eficientes contra o HHV-6 terá um papel no tratamento da esclerose múltipla, porém ainda não se tem como certo de que seja este e não outro vírus que desencadeia a esclerose múltipla;

4- aspectos da Hipótese Imunológica - uma anormalidade do sistema imunológico poderia permitir que determinados vírus, direta ou indiretamente, atuem como desencadeadores do processo desmielinizante. Contudo, uma vez que não há até o momento evidências conclusivas que assegurem a qualquer vírus um papel decisivo na causa da esclerose múltipla, esta deve ser considerada como doença causada por uma reação imunológica dirigida contra a mielina no sistema nervoso central.

O diagnóstico da esclerose múltipla nem sempre é rápido, já que os sintomas se manifestam de forma branda e pouco perceptível. Apenas exames neurológicos e testes laboratoriais podem confirmar a doença: punção lombar ou exame do líquor, exame de potencial evocado, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

As manifestações clínicas variam de paciente para paciente. O padrão clássico é caracterizado por surtos e remissões, por súbito surgimento ou reaparecimento dos sintomas que indicam o desenvolvimento de uma lesão nova ou extensão de uma antiga, é seguido por desaparecimento parcial ou total dos sintomas. A esclerose múltipla progressiva é caracterizada por uma piora lenta ou rápida desde o surgimento da doença, sem períodos delineados de surtos e remissões, onde os déficits existentes podem aumentar em gravidade e novos sintomas ocorrem à medida que a doença progride. A terceira forma de manifestação da esclerose múltipla é uma combinação entre as duas formas anteriores, onde começa com um curso clássico de surtos e remissões, mas torna-se progressiva com remissões limitadas.

As causas que predispõem ao surto geralmente estão ligadas a fatores psicológicos, os quais podem levar a um desgaste emocional e conseqüentemente a uma fadiga mais fácil que pode se dar ao mínimo esforço físico ao qual o paciente seja submetido.

Na fase aguda, o fisioterapeuta tem a meta primária de facilitar uma transição eficiente do paciente para a fase de reabilitação intensiva,...

Fisioterapeuta no traumatismo raqui medular



Na fase aguda, o fisioterapeuta tem a meta primária de facilitar uma transição eficiente do paciente para a fase de reabilitação intensiva, tendo como proposta terapêutica: posicionamento correto; mudanças periódicas de decúbito; mobilização passiva e estiramentos suaves; iniciação gradual do ortostatismo; assistência respiratória; e orientação familiar.

Na fase de reabilitação intensiva, o programa de reabilitação do lesado medular visa adequá-lo à utilização de todo o seu potencial funcional até o nível máximo de independência possível. A fisioterapia engloba, nesta fase, diversas atividades que devem ser adequadas às necessidades e potencialidades de cada paciente:

Relaxamento Muscular. Podemos considerá-lo como uma preparação do músculo para responder adequadamente às solicitações posteriores durante as atividades motoras, sendo necessário adotar posturas de relaxamento dos quatro membros em atitude de semiflexão e realizar mobilizações, respeitando o arco de movimento, de forma suave e lenta para não desencadear atividade reflexa indesejada, nem provocar lesões articulares. 

Os movimentos passivos são essenciais para todas as articulações do membro superior sobre o qual o paciente não tem controle voluntário. A não ser que grande cuidado seja tomado, a amplitude de movimento das mãos é rapidamente perdida. Se o bíceps for ativo, mas o tríceps estiver paralisado, então a contratura ou flexão do cotovelo poderá constituir um problema. 

Fortalecimento Muscular. O fortalecimento muscular é imprescindível ao processo de reabilitação do lesado medular, pois a independência também está sujeita ao preparo de toda a musculatura preservada. A estimulação dos grupos musculares preservados visa alcançar o potencial funcional do paciente, porém este trabalho de fortalecimento deve ser efetuado de forma cuidadosa, a fim de se evitar a instalação de deformidades por desequilíbrio muscular. O tipo de contração muscular utilizado na terapia pode ser isotônica (dinâmica), e isométrica (estática).

Nos pacientes paraplégicos, o trabalho de fortalecimento dos membros superiores deve ser iniciado, já na fase aguda, para a realização das transferências, mudanças de decúbito, uso de cadeira de rodas ou órteses.

Exercícios de Reeducação Neuromuscular. Toda a musculatura parética, visando a facilitação e educação para o desempenho de uma atividade funcional. Utilizam-se técnicas de facilitação e inibição para o controle da atividade reflexa medular.

Condicionamento Cardiorrespiratório. A realização de atividades aeróbicas através do uso de ciclo ergômetros de membros superiores, cadeira de rodas ergométricas ou atividades na cadeira de rodas comum. As atividades esportivas também devem ser estimuladas nestes casos.

Treino de Atividades Motoras. Rolar sentar, permanecer em quatro apoios, ajoelhar-se, transferências, ortostatismo e locomoção na cadeira de rodas ou com órteses devem ser treinados exaustivamente.

Treino de Atividades da Vida Diária. As atividades englobadas no treino das AVD`s são alimentação, higiene, vestuário (incluindo colocação e retirada de órteses), manejo de cadeira de rodas, e transferências.

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O reflexo é uma resposta do organismo a um estímulo de qualquer natureza. O arco-reflexo, a base anátomo-funcional dos reflexos, é constituí...

Avaliação Neurológica: Reflexos



O reflexo é uma resposta do organismo a um estímulo de qualquer natureza. O arco-reflexo, a base anátomo-funcional dos reflexos, é constituído por uma via aferente, um centro reflexógeno, uma via eferente e um órgão efetuador, geralmente um músculo. 

São graduados em grau 0 – abolido, grau 1 – reduzido, grau 2 – normal, grau 3 – vivo, grau 4 – exaltado ou hipercinético. 

Os reflexos podem ser profundos (proprioceptivos / miotáticos), com os quais reconhecem-se os tipos fásicos ou clônicos e os tônicos ou posturais. 

Na pesquisa dos reflexos miotáticos fásicos ou clônicos o estímulo é feito pela percussão com o martelo de reflexos do tendão do músculo a ser examinado:

• Axiais da face: orbicular das pálpebras (percutir sobre a glabela), orbicular da boca (percutir acima do lábio superior) e masseterino (percutir sobre o mento);

• Membros superiores: reflexo peitoral (percutir a inserção do peitoral no úmero), bicipital (flexão do antebraço – integração C5 e C6, nervo musculocutâneo), estilorradial, flexor dos dedos (percutindo a ponta dos dedos ou a palma da mão), tricipital (extensão do antebraço percutindo-se próximo ao olécrano – integração C6, C7 e C8, nervo radial);

• Membros inferiores: reflexo patelar (abaixo da patela – integração L2 e S4, nervo femoral), aquileano (flexão plantar do pé percutindo-se o tendão de Aquiles – integração L5, S1 e S2, nervo tibial), reflexo do adutor da coxa (percutir a inserção comum dos adutores) e dos flexores dos dedos do pé (percutindo o osso cubóide);

• Tronco: reflexo costoabdominal (percutindo o rebordo costal).

Nos reflexos superficiais ou exteroceptivos o estímulo é feito na pele ou na mucosa externa através de um objeto rombo:

• Cutâneo-abdominal (nervos intercostais): a pesquisa é feita pela estimulação cutânea com estilete ou agulha da parede abdominal ao nível da região epigástrica, umbilical e hipogástrica, obedecendo-se como resposta o desvio da linha alba e da cicatriz umbilical para o lado estimulado;

• Cutâneo-plantar (integração L5-S2): flexão dos dedos do pé estimulando a face plantar do pé lateralmente em sentido póstero-anterior. 

A extensão dos dedos do pé ou do hálux caracteriza o sinal de Babinski. O sinal de Babinski indica lesão piramidal. 

Tal resposta pode ser obtida apertando com a mão os gastrocnêmios (sinal de Gordon), apertando com os dedos, polegar e indicador o tendão de Aquiles (sinal de Schaeffer), deslizando com força os dedos do examinador de cima para baixo na tuberosidade da tíbia (sinal de Oppenheim) ou deslizando uma ponta romba na região lateral do pé, do maléolo lateral até o quinto pododáctilo (sinal de Chaddoc);

• Reflexo cremastérico: contração do músculo cremastérico e elevação do testículo ipsilateral após estímulo na face medial da coxa. Integração: L1 e L2 (nervos ilio-inguinal e ilio-hipogástrico). 

Sinal de Tolosa: o reflexo cremastérico superficial é conservado e o profundo é abolido na presença de lesões furunculares dorsais;

• Reflexo córneo-palpebral: estímulo entre a córnea e a esclera, provocando oclusão palpebral pela contração do músculo orbicular das pálpebras;

• Reflexo palmomentual: A pesquisa é feita pela excitação cutânea da eminência tenar podendo-se observar a elevação do mento e do lábio inferior ipsilateral à estimulação. 

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