Esclerose Lateral Amiotrófica e a Fisioterapia










A esclerose lateral amiotrófica é uma doença de caráter degenerativo e de rápida progressão. Ela é é uma das principais doenças neurodegenerativas, ao lado das doenças de Parkinson e de Alzheimer.

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa em que o sistema motor é tipicamente o primeiro e o mais drástico afetado. É a doença do neurônio motor mais comum em adultos. Embora reconhecida e caracterizada primeiramente por degeneração dos neurônios motores no córtex, tronco encefálico e medula espinhal. Sua causa é desconhecida.

A fisiopatologia da doença caracteriza-se pela degeneração no neurônio motor superior (localizados no córtex motor) e inferior (localizados no tronco cerebral e na porção do corno anterior da medula espinhal). Com a progressão da doença ocorre à diminuição da força muscular, os músculos respiratórios, tronco, membros, cabeça e pescoço ficam comprometidos causando dependência funcional ao individuo acometido.

As características clínicas da ELA são bem visíveis ao logo da evolução, porém sua causa não é totalmente esclarecida. Inicialmente surge em um dos lados do corpo, quando evolui para os neurônios mais superiores afetam respiração e deglutição. É uma espécie de fraqueza muscular progressiva. Alguns experimentos têm permitido concluir a correlação da doença com algum fator genético e/ou com a exposição deste indivíduo a algum outro fator ou fatores para o desencadeamento do processo de degeneração do motoneurônio.

O tratamento fisioterapêutico abrange a fisioterapia motora na realização de alongamentos, exercícios aeróbicos, conforto e órteses de adaptações promovendo a manutenção muscular e na parte respiratória uma ação preventiva melhorando a assim a capacidade pulmonar, melhora das trocas gasosas, manter a mobilidade da caixa torácica, equilíbrio muscular toraco abdominal e manter a força inspiratória e expiratória.

A morte é o único prognostico apontado pelos médicos que se deparam com o diagnóstico da Ela. Atualmente, uma abordagem multidisciplinar é preferível.


Capacite-se para atender melhor os pacientes:
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