Braço com parestesia e dor não é uma queixa muito comum. É geralmente uma anormalidade temporária que ocorre no braço. Esta condição é dev...

Sabendo mais sobre braço com parestesia


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Braço com parestesia e dor não é uma queixa muito comum. É geralmente uma anormalidade temporária que ocorre no braço. Esta condição é devido a uma lesão no braço, nervos, ou está relacionada com alguma doença como os danos de diabetes, espinhais, bem como a esclerose múltipla. Existem cinco nervos que passam através da vértebra da parte inferior do pescoço para o ombro e viajam  para baixo para o braço. Esses nervos são chamados de plexo braquial  e ajudam  os impulsos sensoriais e motores de abastecimento nervoso. Quando o braço com parestesia ocorre, é referida  como plexo braquial.

Causas

Braço com parestesia é causado por uma série de fatores que afetam os nervos e de fornecimento de sangue para o braço. Algumas dessas causas possíveis incluem:

Trauma
Qualquer tipo de lesão ou trauma que faz com que os nervos do braço para esticar, com  rasgo ou obtém  pistas danificadas a parestesia. Essas lesões podem resultar de um acidente, queda ou uma atividade esportiva. Como mencionado acima, estes nervos viajam  para baixo do ombro para os braços. Assim, o trauma para estes nervos pode levar a armar parestesia e dor no ombro também.

Pressão do nervo
A pressão sobre os nervos pode ocorrer quando uma pessoa dorme do lado errado ou coloca pressão sobre o braço durante o sono. Isso faz com que a pressão sobre os nervos e, portanto, provoca compressão temporária do nervo. Como resultado, quando a pressão é libertada, que conduz a armar parestesia e dor. A lesão do nervo pode ocorrer até mesmo devido a uma infecção como a doença de Lyme, distúrbios neurológicos, congelamento, etc.. Herpes zoster de ataque de vírus também pode causar dormência e parestesia durante o início das telhas.

Redução de fornecimento de sangue
Má circulação sanguínea devido à doença vascular periférica (PVD) pode levar a parestesia nos braços. A placa acumula  nas paredes das artérias que conduz  à aterosclerose, ou bloqueio das artérias, e pode levar à redução no suprimento de sangue. Quando o suprimento de sangue diminui, as células nervosas não são capazes de enviar sinais ao cérebro. Isto leva à sensação de formigamento e queimação nos braços.

Outras Condições
Existem algumas condições de certos outros que podem levar a armar parestesia. Essas condições incluem:

  • Ataque isquêmico transitório
  • Doença do neurônio motor
  • Doenças auto-imunes como a esclerose múltipla, lúpus eritematoso
  • Má postura
  • Correia do chicote
  • Levantar pesos pesados
  • Síndrome do túnel cárpico
  • A artrite reumatóide
  • A artrite psoriásica
  • Ansiedade
  • Hipotireoidismo
  • Diabetes
  • Hipoparatireoidismo
  • Guillain-Barré
  • Crise de enxaqueca
  • A deficiência de vitamina como vitamina B5 e B12
  • Hérnia de disco

Braço com Parestesia: Sintomas
Agora, os sintomas do braço parestesia são muito simples e diretos. O formigamento constante, ardor, formigamento, dormência nas mãos indica parestesia. Esta sensação de formigueiro na pele resolve por si própria depois de algum tempo, ou quando a posição do corpo é alterado.

Tratamento

Experimentando braço parestesia e dor ocasionalmente, não indica muito para se preocupar. No entanto, parestesia crônica é uma causa de preocupação e deve-se buscar investigação médica para posterior diagnóstico. O tratamento  de  parestesia do braço dependerá das causas subjacentes. Em caso de condições inflamatórias,  será dada medicação anti-inflamatória e diuréticos. Um nervo comprimido ou pressão sobre o nervo podem  ser tratados  com fisioterapia e tração. Em caso de diabetes, o paciente será convidado a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle.

Crônica no braço parestesia e dor são mais sintomáticos indícios no sentido de uma condição de saúde subjacente. Se a pessoa experimenta no braço parestesia continuamente, ela  devem falar com seu médico para uma avaliação mais aprofundada.

O ciático é o nervo mais longo do corpo humano, nasce a partir das raízes nervosas da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo ...

Entenda tudo sobre a dor no ciático


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O ciático é o nervo mais longo do corpo humano, nasce a partir das raízes nervosas da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável por grande parte da sensibilidade e motricidade das pernas. A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo. A compressão das raízes nervosas costuma ser causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose), tumores ou processos inflamatórios. A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a face posterior da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

A hérnia de disco é o mecanismo mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos. Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas. Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado. Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

 A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente. Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar. Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado.

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses. Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista. O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida. Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos. 

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes. Nesses casos, cabe ao médico especialista, ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

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Dica de livro: Neurologia para o Fisioterapeuta


Há livros que mudam a maneira de ver certos assuntos dentro da profissão. Comigo, aconteceu isso com o livro que está abaixo. De fácil entendimento, esclareceu e facilitou o entendimento de muitos pontos da reabilitação neurológica de pacientes.

Livro - Neurologia para o Fisioterapouta

Este livro de Fisioterapia foi concebido para a especialidade da Neurologia. Apresenta todo o material de ensino em textos de agradável leitura e fácil compreensão e com excelentes ilustrações, tornando mais fácil o aprendizado para o leitor. As várias figuras coloridas ilustram as patologias e os métodos diagnósticos mais utilizados pelo médico. Dessa forma auxiliam o leitor a assimilar melhor os sintomas e quadros clínicos.

Veja aqui maiores informações

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A Neurofuncional e a reabilitação de pacientes


 
CEREBRO

Os distúrbios neurológicos, geralmente, causam problemas temporários ou permanentes, que podem prejudicar o indivíduo em suas funções diárias e profissionais tornando-os, muitas vezes, dependentes de outras pessoas, de forma parcial ou total. A reversão deste quadro, entretanto, é possível, e a assistência fisioterapêutica a pacientes neurológicos exerce um papel fundamental na reabilitação, adaptação e interação dos mesmos à sua condição de saúde. Dentre as doenças mais conhecidas e que necessitam da intervenção da fisioterapia estão a paralisia cerebral, a esclerose múltipla, o acidente vascular encefálico (ou acidente vascular cerebral ou AVC), paralisia facial, a Doença de Parkinson, o Mal de Alzheimer, o traumatismo crânio encefálico decorrente de acidentes e traumas em geral.

O tratamento tem como objetivo a diminuição dos sintomas em pacientes que apresentam alterações nos seus movimentos ou até
mesmo paralisia de um ou mais membros do corpo. O fisioterapeuta trabalha na restauração de funções como a coordenação motora, o equilíbrio, a força e os movimentos. Os tratamentos mais usuais dentro da fisioterapia neurológica consistem na utilização de recursos como o fortalecimento muscular, eletroestimulação, treinamento cardiorrespiratório e os simuladores de movimento, tanto em consultório quanto em home care (domicílio).

A   especialidade é procurada principalmente por adultos e idosos, mas também atende a crianças. O tempo de resposta ao tratamento depende de inúmeros fatores, como disciplina, grau de lesão neurológica, frequência dos atendimentos, idade do paciente, entre outros.
Costumamos ter uma boa resposta nos pacientes mais jovens, especialmente em crianças. O tratamento é muito recompensador também para pacientes idosos, com alterações originadas do Parkinson e do Mal de Alzheimer.

A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica progressiva caracterizada por bradicinesia, tremor de repouso, rigidez e instabili...

O tratamento da Fisioterapia na Doença de Parkinson


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A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica progressiva caracterizada por bradicinesia, tremor de repouso, rigidez e instabilidade postura.
A prevalência 100 a 200 : 100.000,  cometendo preferencialmente o sexo masculino a partir da sexta década de vida.

Diagnóstico
      Baseado em critérios essencialmente clínicos.
      O diagnóstico definitivo só é possível com o estudo anátomo-patológico que mostra degeneração preferencial dos neurônios dopaminérgicos da parte compacta da substância negra mesencefálica associada a inclusões citoplasmáticas eosinofílicas de agregados protéicos, denominados corpos de Lewy.

Sinais iniciais
      sensação de cansaço ou mal-estar no fim do dia
      caligrafia menos legível ou com tamanho diminuído
      fala monótona e menos articulada
      depressão ou isolamento sem motivo aparente
      lapsos de memória, dificuldade de concentração e irritabilidade
      dores musculares, principalmente na região lombar.
      um dos braços ou uma perna movimenta-se menos do que a do outro lado
      a expressão facial perde a espontaneidade, diminui a freqüência dos piscamentos
      os movimentos tornam-se mais vagarosos, a pessoa permanece por mais tempo em uma mesma posição

Sinais Clínicos
      Tremor: via reflexa de alça longa hiperativa, ativada no núcleo ventrolateral (VL) do tálamo  influenciada pela via aferente IA.
      Rigidez: hipertonia plásticaà controle anormal de interneurônios; hiperatividade nas vias reflexas de alça longa.
      Acinesia: bradicinesia, hipocinesia, fadiga rápida em movimentos repetitivos, dificuldade em realizar movimentos simultâneos e seqüenciais.
      Fenômeno de congelamento: dificuldade em iniciar o movimento
      Tempo de reação e tempo de movimento
      Marcha: lentidão, dificuldade em iniciar, passos curtos e arrastada (marche à petit pas), comprimento de passos desiguais, postura fletida, diminuição do balanceio dos MMSS à fenômeno de festinação
      Ajustes posturais à maior incidência de quedas
      Função respiratória: postura flexora
      Função oro-motora: disfonia, rouquidão, diminuição no volume da voz e disfagia.
      Déficits cognitivos e comportamentais: demência, perturbações do humor (depressão), déficits de memória, habilidade conceitual
      Levodopa: períodos On e Off e discinesias.


 Problemas e complicações secundárias:

     Atrofia e fraqueza muscular por desuso
     Alterações respiratórias à ¯ da expansibilidade torácica devido a rigidez dos intercostais e da postura flexora.
     Alterações nutricionais à ¯ do peso
     Osteoporose
     Alterações circulatórias
     Contratura e deformidade
     Úlceras de decúbito

Escala de Hoenh e Yahr Modificada
      Estágio 0 – nenhum sinal da doença
      Estágio 1 – Doença unilateral
      Estágio 1,5 – envolvimento unilateral e axial
      Estágio 2 – doença bilateral sem déficit de equilíbrio
      Estágio 2,5 – doença bilateral leve com recuperação no teste de empurrão
      Estágio 3 – doença bilateral leve a moderada; alguma instabilidade postural; capacidade para viver independentemente
      Estágio 4 – incapacidade grave, ainda capaz de caminhar ou permanecer de pé sem ajuda
      Estágio 5 – confinado à cama ou cadeira de rodas a não ser que receba ajuda

Avaliação
      UPDRS (42 itens):
     Estado mental
     AVD's
     Exame motor
     Complicações da terapia

Tratamento medicamentoso
Selegilina, inibidor da monoamino oxidase-B (MAO-B), e o tocoferol (vitamina E) isoladamente ou em combinação retardarem a progressão.

Os anticolinérgicos, como o biperideno e o trihexifenidil, têm efeito sobre o tremor parkinsoniano e leve ação sobre a rigidez e a bradicinesia
      Efeitos colaterais: cognitivas, constipação e retenção urinária
Tratamento medicamentoso: Levodopa

      A administração conjunta de um inibidor da dopadescarboxilase, carbidopa ou benserazida, com a levodopa  atenua efeitos colaterais e aumenta disponibilidade da droga para ação central.
      No SNC, a levodopa seria captada pelos neurônios dopaminérgicos remanescentes e convertida a dopamina.
      Tendem a desenvolver com o tempo uma série de complicações motoras, como as flutuações e as discinesias
      As flutuações consistem no fato de que, ao longo do dia, há momentos em que a levodopa funciona (período on) e outros em que seu efeito desaparece (período off)‏

Tratamento cirúrgico
      Talamotomia ventrolateral
     Indicação: supressão de tremor, com excelentes resultados em curto e longo prazo em 80% a 90% .
     Complicações: óbito por hemorragia intraparenquimatosa 9% a 23%
      Palidotomia
     Indicações: melhora os sintomas de DP, incluindo rigidez, bradicinesia e anormalidades da marcha, bem como as complicações de longo prazo do tratamento com L-DOPA
     Complicação: escotoma no campo visual central inferior contralateral

      Estimulação cerebral profunda (DBS):
      DBS palidal,  DBS subtalâmica e DBS  talâmica
     Vantagens: reversibilidade e a ajustabilidade
     Complicações: aumento do risco de infecção

Tratamento Reabilitativo
      Metas a longo prazo:
     Retardar ou minimizar a progressão e efeitos dos sintomas da doença.
     Impedir o desenvolvimento de complicações e deformidades secundárias.
     Manter ao máximo as capacidades funcionais do paciente.


      Metas a curto prazo:
     Manter ou aumentar ADM.
     Impedir contraturas e corrigir posturas defeituosas.
     Impedir a atrofia por desuso e a fraqueza muscular.
     Promover e incrementar o funcionamento motor e a mobilidade.
     Incrementar o padrão de marcha.
     Melhorar os padrões de respiração.
     Manter ou aumentar a independência funcional nas AVD's.

Exercícios de Relaxamento                                                         
      Balanço passivo lento
      Cadeira de balanço
      DV na bola
      Frotamento lento
      Respirações lentas + alongamentos lentos
      Bola Suíça: Burrinho alongando você e Alongando-me

Exercícios de amplitude de movimento
      Exercícios passivos, ativo-assistido, ativo.
      Exercícios ativosà fortalecimento dos músculos extensores
      Contração-relaxamento

Exercícios de mobilidade
      Enfatizar exercícios para extensores, abdutores e rotacionais
      Exercícios para habilidades funcionais
      Utilizar: comandos verbais, música, palmas, marchas, metrônomos, espelhos e marcações no piso.
      FNP (membros e tronco)‏
      Atividades em colchonete
      Facilitação do músculos faciais
      Bobathà reações de endireitamento, equilíbrio e proteção

Exercícios respiratórios
      Reeducação diafragmática
      Respiron
      Higiene brônquica
      Padrões ventilatórios voluntários

Treinamento da marcha
      Alongamento da passada
      Ampliação da base de sustentação
      Aumento dos movimentos contra-laterais do tronco e oscilação dos braços
      Ritmo na marcha

O curso Fisioterapia Aplicada à Neurologia  oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre neuroanatomia, sistema nervoso, ...

Curso Online de Fisioterapia Aplicada a Neurologia


Curso Fisioterapia Aplicada a Neurologia

O curso Fisioterapia Aplicada à Neurologia  oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre neuroanatomia, sistema nervoso, espasticidade, acidente vascular cerebral e muito mais.

Conteúdo:
  • Conceitos Básicos de Neuroanatomia;
  • Revisão Anatômica do Sistema Nervoso;
  • Células Nervosas (Neurônios, Células Gliais e Controle Metabólico);
  • Potenciais de Membrana e Transmissão De Estímulos;
  • Principais Vias Motoras (Trato Piramidal, Trato Rubroespinhal, Trato Vestibuloespinhal, Gânglios da Base e Alterações do Movimento).
  • Neurologia Adulta;
  • Considerações Sobre a Espasticidade e Rigidez;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Doença de Parkinson;
  • Traumatismo Cranioencefálico (TCE).
  • Neurologia Infantil;
  • Marcos do Desenvolvimento Motor Normal de 0 a 12 Meses de Vida;
  • Paralisia Cerebral;
  • Espinha Bífida;
  • Deficiência Mental;
  • Avaliação e Tratamento;
  • Descrição de Testes Específicos e de Exercícios Utilizados Dentro da Reabilitação Neurológica de Pacientes Paraplégicos e Hemiparéticos

  O termo "Doenças Neuromusculares" aplica-se a um universo muito alargado de diferentes patologias, já identificadas, e englo...

Fisioterapia e as Doenças Neuromusculares



 Curso Doenças Neuromusculares

O termo "Doenças Neuromusculares" aplica-se a um universo muito alargado de diferentes patologias, já identificadas, e engloba as doenças dos músculos (Miopatias), doenças dos nervos (Neuropatias) doenças dos cornos anteriores da medula (Atrofia Espinais) e as perturbações da junção neuromuscular (Miastenias), entre outras.

São doenças genéticas, hereditárias e progressivas e todas têm em comum a falta de força muscular, necessitando os doentes, a quem foram diagnosticadas, de apoios e/ou ajudas técnicas – cadeiras de rodas eléctricas ou andarilhos para a sua locomoção, computadores para a escrita, apoios de cabeça, ajudas várias para a manipulação, veículos de transporte adaptados, etc.

Para tratá-las, o FISIOTERAPEUTA tem que ter conhecimentos sobre miopatias infantis, distrofias musculares, paralisias periódicas, esclerose lateral amiotrófica, neuroplasticidade e muito mais. E é isso que o Curso Online de Doenças Neuromusculares oferece.

E lendo os comentários de quem já fez o curso, consegue o seu objetivo com louvor. Saiba mais sobre o Curso Online de Doenças Neuromusculares.

É uma ótima dica de aprimoramento profissional!

Apesar de raro, crianças podem desenvolver acidente vascular cerebral (AVC). As causas desses são diferentes, mas, nesta faixa etá...

Acidente Vascular Cerebral em crianças



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Apesar de raro, crianças podem desenvolver acidente vascular cerebral (AVC). As causas desses são diferentes, mas, nesta faixa etária, a doença tem elevado índice de mortalidade e alto custo social, sendo, por vezes, difícil de ser diagnosticado.
O AVC infantil geralmente se apresenta com dores de cabeça recorrentes, crises convulsivas, ataques isquêmicos transitórios ou instalação súbita de déficits neurológicos.
Podem ocorrer hemorragias associadas a malformações, aneurismas e tromboses. A investigação inicial é feita por tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), seguindo-se da investigação etiológica com exames laboratoriais, cardíacos.
Outros fatores que podem levar ao desenvolvimento de AVCs são quadros de desidratação, hipercoagulabilidade e meningite podem ocorrer tromboses venosas.
O diagnóstico do AVC infantil pode ser realizado por tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O tratamento da doença é feita através de medicamentos e cirurgia.
Os pesquisadores concluíram que o diagnóstico de AVC na infância requer alto índice de suspeita a fim de evitar sequelas irreversíveis. Facilitar o acesso aos métodos de diagnóstico tem permitido o tratamento precoce, melhorando, assim, o prognóstico da doença.
O trabalho, realizado por pesquisadores de Curitiba, foi apresentado no 36º Congresso Brasileiro de Pediatria, que ocorreu de 08 a 12 de outubro no Rio de Janeiro.

Plasticidade neuronal é a capacidade do sistema nervoso em alterar sua forma e função no decorrer da vida em função das exigências adapt...

Como se dá a Plasticidade Cerebral depois do AVC


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Plasticidade neuronal é a capacidade do sistema nervoso em alterar sua forma e função no decorrer da vida em função das exigências
adaptativas ambientais. O conceito mostra-se muito amplo: vai desde uma alteração muito extensa, por exemplo, após um traumatismo
cranioencefálico ou mesmo após um grande acidente vascular encefálico, até alterações sutis, tais como o aprendizado de um novo conceito.

Estudos com neuro-imagens de indivíduos com AVC, indicaram modelos de ativação pós-lesão que sugerem reorganização funcional tanto no córtex adjacente quanto no hemisfério contralateral. Investigações morfológicas mostraram que este tipo de plasticidade é mediado por proliferação de sinapses e brotamento axonal.

As alterações celulares que acompanham estas teorias são:

1. Brotamento ou Sprouting: ocorre um novo crescimento a partir de axônios. Envolve a participação de vários fatores celulares e químicos; resposta do corpo celular e a formação de novos brotos; alongamento dos novos brotos; e a cessação do alongamento axonal e sinaptogênese.

2. Ativação de Sinapses Latentes: quando um estímulo importante às células nervosas é destruído, sinapses residuais ou dormentes previamente ineficazes podem se tornar eficientes.

3. Supersensitividade de Desnervação: demonstrada no núcleo caudado, ocorre após processo de desnervação, na qual a célula pós-sináptica torna-se quimicamente supersensível devido a um desvio na supersensitividade (pré sináptica) causando acúmulo de acetilcolina na fenda sináptica ou por alterações na atividade elétrica das membranas.

Outro mecanismo ainda em fase de testes é o de transplante de células. O uso do transplante, combinado com um treinamento adequado,  demonstra que pode haver recuperação através deste associado com programas de reabilitação, com melhora na habilidade motora

Reorganização Neural Após Lesão Decorrente de AVE

Estudos usando tomografia por emissão de pósitrons (Positron Emission Tomography – PET) e imagem por ressonância magnética funcional (functional Magnetic Resonance Imaging – fMRI) sustentam o princípio da reorganização funcional do SNC após o AVE.       

O efeito da plasticidade decorrente da lesão no SNC pode depender da natureza dos circuitos neuronais individuais e dos níveis de especificidade desses circuitos. As respostas "plásticas" representam tentativas de reorganização neural que podem resultar na recuperação da função específica ou desencadear resultados indesejados como a formação de conexões inadequadas para a execução das atividades funcionais, incluindo complicações como as sinergias patológicas e a espasticidade. Quanto mais precisa for a reorganização das conexões restauradas, mais eficiente será a recuperação da função.

Estar atento a resposta do paciente nas terapias realizadas é o ponto de partida para o sucesso do tratamento e para a plasticidade acontecer.

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Faça uma faxina no cérebro


 

Isso você sabe: uma horinha a mais de sono nos proporciona benefícios como aumento de memória, menos ansiedade e sensação de felicidade. A novidade, recém-descoberta pela neurociência, é que o sono extra também ajuda a limpar nosso cérebro. Uma série de experimentos mostra que o sono facilita a irrigação do fluido cerebrospinal, responsável por fazer uma "faxina" dos detritos moleculares e das proteínas tóxicas que muitas vezes podem levar à demência e outras doenças. Partindo desse princípio, uma equipe liderada pela professora Maiken Nedergaard, da Universidade de Rochester, fez experimentos com ratos, descritos no jornal Science. Sua conclusão: durante o sono, as células cerebrais dos roedores encolhiam, criando entre elas um espaço 60% maior e permitindo que o fluido cerebrospinal circulasse dez vezes mais rápido que no estado de vigília e, assim, removesse o "lixo" de suas cabeças.

Para saber como o cérebro dos ratos reagia a toxinas, os neurocientistas injetaram neles proteínas associadas à doença de Alzheimer. Estas eram removidas muito mais eficientemente durante o sono. Além de abrir grandes possibilidades de combate a doenças degenerativas, essas descobertas são úteis aos trabalhadores da economia do conhecimento: fazendo a faxina cerebral certa, poderão estar ativos mesmo aos 80 anos. E servem de alerta para workaholics ou descuidados que sacrificam horas de sono: apaguem a luz e comecem a faxina já.

Ainda bem que o dono está dormindo... (Foto: Getty Images)

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