Manter-se atualizado na correria do dia a dia é uma dificuldade de todo fisioterapeuta que se forma e "perde" o acesso a informa...

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Manter-se atualizado na correria do dia a dia é uma dificuldade de todo fisioterapeuta que se forma e "perde" o acesso a informações atualizadas como artigos e matériais especificos para um assunto.

Fiquei satisfeita quando eu vi um site sério como o Cds Universitarios oferecendo material atualizado e especifico para cada assunto. Foi assim que eu encontrei o Cd de Fisioterapia na Neurologia.

Tem atlas de ginecologia e os artigos são atualizados e excelentes. Vale a pena conferir.

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Este post é um publieditorial

A Síndrome de Bourneville-Pringle (Desiré Magloire Bourneville, neurologista françês, 1840-1909 - John James Pringle, dermatologista ingl...

Síndrome de Bourneville-Pringle









A Síndrome de Bourneville-Pringle (Desiré Magloire Bourneville, neurologista françês, 1840-1909 - John James Pringle, dermatologista inglês, 1855-1922) ou Epilóia ou ainda Esclerose Tuberosa é uma doença - onde anomalias congênitas neurológicas combinam-se com defeitos congênitos da pele, retina e outros órgãos, é de herança dominante, manifesta-se pela tríade clínica de crises convulsivas, retardo mental e adenoma sebáceo. Este último é representado por finas lesões semelhantes a verrugas com distribuição predominante sobre as bochechas e fronte, em forma de borboleta. Os adenomas individuais variam de tamanho entre 0,1 a 1,0 cm e são elevados, de coloração rosada ou amarelo-rosada. Além disso, a pele que recobre a parte inferior das costas pode ser espessa, áspera e de coloração amarelada como a pele do tubarão ou do porco.

A deficiência mental pode ser relativamente estacionária ou progressiva. As convulsões costumam ser generalizadas, mas podem ser focais. Os tumores retinianos, a atrofia óptica e as cataratas, a sindactilia, a espinha bífida e outras malformações visíveis podem coexistir.

Os casos mais avançados de esclerose tuberosa geralmente se encontram nas instituições para retardos mentais, sendo porém um erro considerar que todos são tão gravemente incapacitados. Não é de todo raro encontrar nas clínicas dos hospitais gerais, pacientes com inteligência média e apenas convulsões e lesões cutâneas. Eventualmente uma síndrome cerebral focal mostrará à biópsia um típico "tubérculo" ou um glioma associado, em paciente que não se sabia ser portador da doença. A história familiar é frequentemente de pouca valia; aproximadamente 50% dos casos são esporádicos (mutação?).

No caso original de Bourneville a morte se deveu a um tumor benigno do músculo cardíaco (rabdomioma) e a maioria dos casos desse tumor cardíaco está associado à esclerose tuberosa. Esta doença também se combina com malformações tuberosas do rim, fígado, glândulas adrenais, e do pâncreas.

O diagnóstico é feito com o auxilio do RX do crânio. Nódulos calcificados ocorrem particularmente nos lobos temporais e adjacências dos ventrículos. O tratamento é exclusivamente sintomático. O prognóstico de sobrevida além da terceira década é sombrio.

Dr. Paulo Cesar Madi
Clínica Médica - Santo Antonio da Posse - SP




O método de Rood é uma técnica proprioceptica (termo-tatil) aplicada através de estímulos provocados nos pacientes para ativação de recepto...

Método Rood



O método de Rood é uma técnica proprioceptica (termo-tatil) aplicada através de estímulos provocados nos pacientes para ativação de receptores sensoriais, recebendo esses estímulos e assim transmitindo para o sistema nervoso central.

1.1- Propriocepção: Informa o grau em que a musculatura esta contraída, a posição articular, orientação da cabeça, etc.

A cinestesia é a percepção do movimento corporal. O encéfalo é responsável por receber impulsos relacionados a posição de partes do corpo, fazendo os ajustes para assegurar a coordenação.
Tipos de receptores proprioceptivos:
- Fuso muscular (no ventre muscular)

- Órgãos tendinosos de Golgi (tendão)

- Cápsula articular (receptores cinestesicos da articulação)

1.2- Receptores táteis: Pressão e vibração, pruridos e cócegas (detectados por terminações nervosas livres presas a fibra delgadas não mielinizadas do grupo C). A outras sensações são percebidas por outros tipos de mecanoreceptores mielinizados do grupo A. Envolve:

Tato grosso: sente entrar em contato, porém não discrimina formas e tamanhos
Tato discriminado: sente contato e percebe forma, tamanho. São percebidos através do corpúsculo do tato ou Meissner.

1.3- Receptores térmicos: Termoreceptores e terminações nervosas livres na superfície da pele.

Frio: Percebido por fibras mielinizadas grupo A.
Calor: Na derme, não mielinizada, grupo C.

Em temperaturas menores de 10° e maiores de 48°C estimulam nociceptores em vez de termoreceptores, produzindo dor.

2- Histórico da técnica

A autora desse método é Margaret Rood. Na década de 50 ela deu inicio aos estudos sobre essa técnica, porém publicou pouco sobre o assunto. Na década de 60, esse método foi mais bem definido por Goff & Stock Meyer.

A base do método é a utilização de estímulos cutâneos para aumentar a sensibilidade dos receptores de estiramento, seguida de estimulação proprioceptiva através de estiramento muscular rápido, facilitando desta forma a contração voluntária do músculo (Harris, 1980).

É uma técnica proprioceptiva, pois utiliza estímulos em zonas especificas, através de recursos termo-tateis, estimulando receptoras da pele, que tem a mesma origem embrionária dos folhetos do sistema nervoso.

É bastante utilizado em casos de espasticidade, para facilitar movimentos de pacientes hipotônicos, sendo esse método mais interessante nesse ultimo caso. A utilização em casos de espasticidade é discutida, uma vez que o estímulo poderia acabar aumentando o grau de tensão desses músculos, por isso também é muito mais recomendada no caso de hipotonia.

É uma técnica que necessita ser bem indicada para não trazer prejuízos ao invés de benefícios.


3- Objetivo

O objetivo é inibir o tônus muscular mediante a estimulação sensitiva, ou seja, evitar atividades reflexas patológicas, aumentar a sensibilidade de receptores de estiramento, facilitando a contração voluntária do músculo.


4- Técnica

A estimulação sensorial pode ser feita por:

* Escovação rápida e pincelamento;
* Crioterapia;
* Alongamento lento e rápido;
* Massagem lenta.


4.1- Escovação Rápida ou Pincelamento: Realizado no sentido contrário da inclinação dos pelôs, reforçando a atividade do neurônio motor alfa e dos neurônios gama. Tenta-se com isso, inibir a musculatura espastica através da facilitação do seu antagonista não espastico.

A neurofisiologia da técnica é baseada no sistema aferente gama e na inibição recíproca, através de interneurônios inibitórios, no segmento medular correspondente a região pincelada.

4.2- Crioterapia: Aplicada em estímulos rápidos no ventre muscular, no sentido de sua contração, produzindo efeito de facilitação localizada, sendo que toda facilitação deve ser seguida de movimento voluntário. É realizada também para diminuir a espasticidade muscular, produzindo relaxamento dessa musculatura.

É aplicado nos músculos antagonistas ao grupo muscular hipertônico, devido à inibição recíproca, pois a contração dos antagonistas determina o relaxamento dos agonistas espasticos, (Harris, 1980).

4.3- Alongamento Lento e Rápido: Usado para melhorar a flexibilidade muscular, ADM do paciente e também realizar a quebra do padrão espastico do paciente.

4.4- Massagem Lenta: Feita com frotamentos (pequenos golpes), percussão, tapotagem e pequena pressão sobre a articulação que está sendo tratada.


5- Considerações Finais

O método Rood enfatiza o desenvolvimento de uma seqüência de eventos de movimento, ou seja, do mais simples ao mais complexo, segue o desenvolvimento ontogenético,: deitado em supino, rolar deitado, girar em posição de prono, deitado em posição de prono com apoio nos cotovelos, de quatro, em pé, e caminhando.

Esse método é utilizado associado a outras técnicas, como:

* MÉTODO BRUNNSTROM
* EDUCAÇÃO CONDUTIVA
* KABAT
* BOBATH

Sumário Cap. 1-Elementos que caracterizam a formação profissional em fisioterapia neurológica Cap. 2-Sistema Nervoso Central(SNC) Cap....

Dica de livro: Fisioterapia em Neurologia




Sumário
Cap. 1-Elementos que caracterizam a formação profissional em fisioterapia neurológica
Cap. 2-Sistema Nervoso Central(SNC)
Cap. 3-Sistema Nervoso Periférico(SNP)
Cap. 4-Sistema Nervoso Autônomo(SNA)
Cap. 5-Controle Motor
Cap. 6-Aprendizado Motor
Cap. 7-Exame Médico e Elaboração do Plano Terapêutico
Cap. 8-Exame Fisioterapêutico, Normas e Planejamento do Tratamento
Cap. 9-Distúrbios da Consciência
Cap. 10-Síndromes Psiquiátricas
Cap. 11-Síndromes e distúrbios Neuropsicológicos
Cap. 12-Sintomas Motores das Doenças Neurológicas
Cap. 13-Síndromes Dolorosas
Cap. 14-Vertigem
Cap. 15-Doenças Neurológicas Multifocais
Cap. 16-Lesão Medular
Cap. 17-Terapia Esportiva no Paciente com Lesão Medular

A reabilitação após o AVC significa ajudar o paciente a usar plenamente toda sua capacidade, a reassumir sua vida anterior adaptando-se a ...

Fisioterapia nas Alterações Neurológicas




A reabilitação após o AVC significa ajudar o paciente a usar plenamente toda sua capacidade, a reassumir sua vida anterior adaptando-se a sua atual situação.

O fisioterapeuta irá ajudar o paciente a entender o que lhe aconteceu e a responder eficientemente à medida que o mesmo tente se adaptar.

O fisioterapeuta começará por atividades de mobilidade. Estas atividades o fará libertar-se de "medos" e "inseguranças" causados pelo desequilíbrio corporal. Serão realizados exercícios de fortalecimento e alongamento muscular, treino de equilíbrio e estímulos da sensibilidade.

Muitas atividades fisioterapêuticas que começaram durante o início da recuperação, são apropriadamente modificadas para desafiar e fazer com que o paciente possa progredir até sua recuperação. Serão enfatizadas combinações motoras que permitem a concretização das tarefas alimentares, higiênicas, locomoção e outras tarefas funcionais.


PROGRAMA FISIOTERAPÊUTICO

Diariamente, o pacientes deverá passar de três a cinco períodos com seu fisioterapeuta:

1)Sessão individual para exercitar os membros atingidos
(alongamentos), manter articulações livres (mobilização), treino de equilíbrio na posição sentada.

2) Uma classe de ginástica, na qual o paciente aprende a mover novamente o corpo.

3) Um período de exercícios de resistência para fortalecimento muscular.

4) Uma classe ambulante, para treinar a marcha.

5) Atividades de classe de vida diária, na qual ele aprende a mexer-se, deitar-se, levantar-se.


O que ocorre bastante e é difícil de aceitar pelo paciente e também pela família, é a lentidão do processo. É claro que o tempo e o grau de desempenho estão relacionados com o grau do AVC, com a personalidade do paciente, a presença e a gravidade de depressão e muitos outros fatores que podem ser descritos como reabilitação física.

Mas a reabilitação total significa mais do que independência de andar e cuidar de si. Significa a retomada pelo paciente do gosto e do desejo de viver.


REABILITAÇÃO


Durante o início da recuperação objetivamos principalmente

- minimizar os efeitos das anormalidades de tônus;
- manter uma ADM normal e impedir deformidades;
- melhorar as funções respiratórias e motoras;
- mobilizar o paciente nas atividades funcionais iniciais envolvendo mobilidade no leito, o ato de sentar, transferências...;
- impedir o descondicionamento;
- promover a conscientização corporal, movimentação ativa e uso do lado hemi;
- melhorar controle de tronco e equilíbrio na posição sentada;
- iniciar as atividades de cuidados pessoais.


A reabilitação consiste na aplicação de um programa planejado, através do qual a pessoa incapacitada, ou convalescente, mantém ou progride para o maior grau de independência física e psíquica de que é capaz. Para entender em que consistem as medidas de reabilitação do paciente hemiplégico, é preciso, compreender o que aconteceu com ele em termos da deficiência física que ele pode ser obrigado a enfrentar. E se quisermos compreender a deficiência física causada pelo AVC, assim como a melhor maneira de ajudar o paciente, teremos primeiramente de entender alguns fatos simples a respeito dos movimentos e do movimento voluntário normal de que goza o ser humano saudável, sem mesmo dar-se conta.



POSICIONAMENTOS DO PACIENTE

1 - Inicialmente, é preciso considerar o lado afetado do paciente como sendo tão incapaz como uma criança recém-nascida. Por conseguinte, não podemos esperar que ele apresente movimentos controlados e voluntários normais, no lado afetado; o seu equilíbrio estará prejudicado.

2 - O espasmo acabará aparecendo, por maior que seja a flacidez apresentada por seus membros imediatamente após o acidente vascular. Se isto não for evitado colocará um ponto final nas tentativas de reabilitação, e todo o programa de fisioterapia resultará em fracasso.

3 - O paciente pode apresentar certo grau de deficiências sensoriais, resultando em deficiências motoras, já que todos os movimentos controlados representam uma resposta direta às mensagens transmitidas pelos órgãos dos sentidos.


O paciente com AVC precisa ter sempre um posicionamento correto, prevenindo a espasticidade. A posição deverá ser a anti-espástica ou de recuperação.

- Pronação do ombro com rotação externa;
- Extensão do antebraço ( não total , discreto grau de flexão ) ;
- Extensão digital com abdução;
- Protração de pelve com rotação interna da perna;
- Flexão de quadril , joelho e tornozelo .


Devemos manter o paciente em algumas posições:

- Decúbito dorsal ;
- Decúbito lateral sobre o lado são;
- Decúbito lateral sobre o lado afetado;
- Posição de ponte.


Podemos realizar exercícios passivos de todas as articulações do membro
superior afetado se este tem hemiplegia . Se o déficit afetado é uma hemiparesia, poderemos fazer exercício ativo assistido ou ativo , na medida do possível .

- Elevação dos braços com os dedos entrelaçados;
- Movimentos para o ombro afetado principalmente;
- No membro inferior afetado: extensão completa de quadril;
- Exercício rotação de tronco;
- Rotação terminando no apoio de cotovelo afetado;
- Rotação para a posição sentada na beira do leito;
- Treinamento de equilíbrio em paciente sentado;
- Transferência da cama para a cadeira.


TÉCNICAS DE REABILITAÇÃO MOTORA

Objetivo de qualquer programa de exercício terapêutico é a aquisição de movimento e função livres de sintomas.

* Conhecimento: dos princípios e resultados básicos do tratamento;
* Estar apto para uma avaliação funcional;
* Conhecimento das inter-relações de anatomia e cinesiologia de cada parte;
* Grau de debilidade do paciente e o grau de recuperação, complicações, precauções e contra-indicações.


Cinesioterapia ou Exercícios Terapêuticos

Amplitude de movimento, alongamento, exercícios resistidos (Fortalecimento), mobilização articular.


Mecanoterapia

É o uso de aparelhos ou dispositivos mecânicos com fins terapêuticos. – fortalecer e mobilizar articulações
Ex: Halteres, manilhas, Thera-band, escada de Ling, medicine Ball, master cooper, mesa de Kanavel, roda de ombro, escada de dedos, entre outros


Termoterapia

Uso de calor como forma de tratamento – idade média se utilizava do calor como forma de tratamento. Efeitos fisiológicos: antiinflamatórios, analgésico, relaxamento muscular. A vasodilatação, aumenta o fluxo sangüíneo, melhora o aporte de sangue.

Formas de aplicação: compressa, bolsa, infravermelho, ultravioleta, forno de Bier, banhos de parafina, entre outros.


Eletroterapia

Utiliza como base de tratamento a corrente elétrica, que é o fluxo ordenado de elétrons. Para que este fluxo aconteça é necessário um força que os impulsione – potencial elétrico e um meio que eles possam se mover – nosso corpo. À medida que aplicamos um estímulo, excitamos um número determinado de fibras musculares com uma determinada amplitude. Os efeitos de modo geral são: intensa hiperemia, vaso-dilatação, melhora da irrigação sangüínea intensificação de processos metabólicos, analgesia e outros.
Ex: corrente galvânica, farádica, tens, diadinâmicas e exponencial, Ultra Som, entre outros.


Hidroterapia

Técnicas como Bad Ragaz, Watsu

Durante os exercícios em água aquecida ocorrem algumas modificações fisiológicas no corpo, como: aumento de freqüência respiratória e cardíaca aumento da circulação periférica o que leva a um maior suprimento de sangue para o músculo, conseqüentemente aumenta o metabolismo muscular e taxa metabólica; Aumenta a quantidade de sangue retorno ao coração o que diminui a pressão arterial; diminuição de edema pela pressão hidrostática e redução da sensibilidade dos terminais nervosos que somadas com todas as outras causam um relaxamento muscular geral.
Os exercícios em água aquecida proporcionam inúmeros benefícios, tais como: promove relaxamento muscular, reduz a sensibilidade à dor e espasmos musculares; diminui a atuação da força de gravidade o que facilita o movimento articular; aumenta a força e resistência muscular nos casos de fraqueza excessiva; aumenta a circulação periférica; melhora a musculatura respiratória à simples imersão ; melhora a consciência corporal; o equilíbrio e a estabilidade do tronco e contribui para a moral e auto confiança do paciente


Crioterapia

Aplicação local como forma de terapia, tem como efeitos fisiológicos a vaso constrição do sistema vascular, e uma vasodilatação reflexa. Tem como efeito analgesia, relaxamento, antiinflamatório, diminui o edema, e aumenta a capacidade de realizar movimentos.

Formas de aplicação: bolsa, imersão, toalhas frias, meios químicos (spray).


Técnicas Manuais

Massoterapia, polpagem, RPG, miofascioterapia, Bobath,, Kabat, etc.


Bobath

É uma abordagem terapêutica e de reabilitação, desenvolvida para o tratamento de adultos, crianças e bebês com disfunções neurológicas.

O paciente é estimulado a desenvolver a sensação do movimento, e não o movimento em si. O objetivo é facilitar o movimento motor e inibir movimentos e posturas anormais. É extremamente importante para o desenvolvimento motor da criança, podendo ser aplicado precocemente em bebês, antes que se estabeleçam as desordens de postura e de movimentos, que, em muitos casos, podem ser evitadas.

O paciente deve ser avaliado de forma global, ou seja, em todas as suas funções e em diversos ambientes. O processo de intervenção é individualizado para atingir as necessidades biopsicossociais, incluindo aspectos preventivos e estimulantes. A interação entre o paciente, a equipe interdisciplinar, a família e/ou as pessoas que o cuidam permite uma intervenção apropriada ao longo das 24 horas do dia.


CONCLUSÃO

Para se chegar a um diagnóstico ou prognóstico de um paciente neurológico, as informações necessárias deverão ser obtidas através de uma avaliação fisioterapeutica minuciosa. O objetivo da avaliação é descrever o paciente, e esse processo envolve o indivíduo como um todo, interpretando as medidas da capacidade ou da incapacidade, não só no contexto do paciente, mas também dentro da família e da sociedade.

Sendo assim através das informações obtidas podemos então concluir que a avaliação neurológica deve ser a mais completa possível, sendo que nenhum dado deve ser omitido à essa avaliação que se subdivide em: visual, inspeção e palpação.

Cada uma dessas fases tem seus objetivos próprios, e cabe ao fisioterapeuta analisar os dados obtidos através da sua anamnese.

O programa fisioterapêutico precoce, intensivo , eficaz , é sempre necessário , importante e principalmente capaz de prevenir as possíveis complicações , aumentando assim , a expectativa e a qualidade de vida do paciente mais próxima do normal

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