Musicoterapia de ponta ajuda o autista para ensaiar as suas emoções. Isso porque o princípio da chamada musicoterapia , um tratamento realiz...

Musicoterapia e o Autismo


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Musicoterapia de ponta ajuda o autista para ensaiar as suas emoções. Isso porque o princípio da chamada musicoterapia, um tratamento realizado por meio de sons e canções. Considerada por muitos terapeutas alternativos como uma maneira eficaz de prevenir e tratar doenças,

Os benefícios da musicoterapia para o autismo tem sido avaliadas por várias instituições recentemente. Muitos terapeutas e especialistas de autismo recomendam fortemente implementar a terapia musical na infância, pois isso pode ajudar a criar um adulto melhor desenvolvido, com maior capacidade de ser auto-suficiente. Geralmente, acredita-se que a musicoterapia permite que as pessoas com autismo podem superar obstáculos, como ansiedade social e conversação subdesenvolvida, criando um interesse concentrado, entre vários outros fatores.

O musicoterapeuta usa a música e seus elementos – som, ritmo, melodia e harmonia – para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. Emprega instrumentos musicais, canto e ruídos para tratar pessoas com distúrbios da fala e da audição ou deficiência mental. Atua, também, na área de reabilitação motora, no restabelecimento das funções de acidentados ou de convalescentes de acidentes vasculares cerebrais. Auxilia estudantes com dificuldade de aprendizado e contribui para melhorar a qualidade de vida de idosos e pacientes de doenças crônicas. Também promove a reabilitação de dependentes químicos e a reintegração de menores infratores. Pode trabalhar em hospitais, clínicas, instituições de reabilitação ou centros de geriatria e gerontologia.

A musicoterapia é uma excelente ferramenta. Abaixo indico alguns cursos para aprendizado e aprimoramento de alguns instrumentos:

Curso completo de Violão

Curso de Guitarra Fundamental

Curso de Violino

Acesse os três e veja qual o que mais faz o seu estilo. Eles são excelentes.

Usando a terapia de música para o autismo, uma pessoa pode ser capaz de não só aprender a falar raciocínios completos, mas também pode aprender a criar suas próprias frases gramaticalmente corretas. Várias pessoas com autismo apreciam os aspectos vocais da música e, muitas vezes, repetem sílabas que são cantadas por instrutores. Ao longo do tempo, este aprendizado pode evoluir para palavras inteiras e, em seguida, frases. Logo, as sentenças podem ser usados ​​e, juntamente com outros métodos de ensino, a pessoa autista pode aprender a aplicar essas lições de terapia na vida cotidiana.

A terapia de música também permite que aqueles que sofrem de autismo possam centrar a sua atenção em algo positivo e motivador. Isto pode, por sua vez, levar a menores níveis de ansiedade e de estresse, que tendem a ser maiores em pessoas com autismo. A capacidade de se concentrar também pode ajudar alguém com autismo a se sentir mais conectado com o mundo e aprender a desenvolver interesses e habilidades. Isso tudo pode, potencialmente, ajudar a formar um maior sentimento de auto-suficiência e independência.

Neste vídeo você vai conhecer a origem embriológica do sistema nervoso e entender como ocorreu a divisão deste sistema em Central e Perifé...

Embriologia do Sistema Nervoso Central e Periférico




Neste vídeo você vai conhecer a origem embriológica do sistema nervoso e entender como ocorreu a divisão deste sistema em Central e Periférico nos seus primeiros dias de vida, com a diferenciação do ectoderma em placa, sulco, goteira e tubo neural.

O principal objetivo da Fisioterapia Neurológica é tornar o indivíduo o mais independente possível em casa, na comunidade e no trab...

Objetivos do método Kabat na Fisioterapia Neurológica


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O principal objetivo da Fisioterapia Neurológica é tornar o indivíduo o mais independente possível em casa, na comunidade e no trabalho. O paciente e sua família devem estar envolvidos no plano de cuidados e no plano de reabilitação com seus objetivos adaptados às suas necessidades e possibilidades.

Curso online sobre Doenças Neuromusculares
Curso online do Método Kabat

Dentre as técnicas que podem ser utilizadas para o tratamento, o método Kabat é bastante difundido entre os profissionais. Esse método é indicado para o aumento da força e resistência a fadiga muscular, facilitar a estabilidade, mobilidade, controle muscular e a coordenação de movimentos. Pode ser usada desde as fazes iniciais do tratamento, mesmo durante a cicatrização dos tecidos, até a fase final de reabilitação.

Sua principal característica é o uso de diagonais de movimento. Essas diagonais envolvem movimentos multiarticulares e multiplanares. Parte do princípio de que grupos musculares mais fortes de um padrão diagonal facilitariam a responsividade de grupos musculares mais fracos.

Objetivos do Tratamento:

- Manter ou aumentar a amplitude de movimento;
- Reduzir a espasticidade;
- Prevenir deformidades;
- Reintegrar o paciente a sociedade;
- Otimizar a qualidade de vida.

A apraxia é um distúrbio que pode ser observado após uma lesão neurológica, apresentando uma incapacidade de realizar movimentos voluntários...

Tipos de Apraxia


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A apraxia é um distúrbio que pode ser observado após uma lesão neurológica, apresentando uma incapacidade de realizar movimentos voluntários aprendidos, como gestos e movimentos do dia a dia. Por exemplo, uma lesão na região parietal posterior direita poderá causar dificuldades, tais como: copiar desenhos, montar quebra-cabeças e encontrar o caminho em uma cidade que o indivíduo já conhecia. Se o dano afetar a região parietal posterior esquerda, as deficiências serão relacionadas à linguagem (afasia, dificuldades para leitura e geração de nomes de objetos ou animais) e à reprodução de movimentos (apraxia). O tipo mais conhecido é a bucofacial, que consiste em deixar o paciente incapaz de realizar movimentos faciais, como assobiar, tossir, mastigar.

As apraxias podem ser:

A apraxia ideativa (apraxia no uso de objetos) é a incapacidade de usar objetos comuns de forma adequada, ou a incapacidade de realizar movimentos sequenciais apesar de conservar a capacidade para executar os movimentos individuais (que fazem parte daquela sequencia de movimentos). (ex.: se for pedido ao paciente que fume um cigarro, pode-se observar que irá acender o fósforo com o cigarro, ou que leva o cigarro aos lábios e fuma sem tê-lo acendido).

 A apraxia ideomotora é a incapacidade de completar um ato de forma voluntária em resposta a uma ordem verbal. O mesmo ato, entretanto, pode ser realizado pelo paciente de modo espontâneo (ex.: ordena-se que o paciente faça o sinal-da-cruz, ele não o faz, mas realiza-o automaticamente ao entrar em uma igreja). Tanto a apraxia ideativa como a ideomotora são resultantes geralmente de lesão no hemisfério esquerdo.

A apraxia construcional é a incapacidade de construir figuras geométricas, montar quebra-cabeças ou desenhar um cubo ou outras figuras geométricas (ex.: ele é incapaz de fazer um desenho com molde).

A apraxia de vestimenta é a perda da capacidade para vestir-se, mantendo-se as capacidades motoras simples e a cognição global. Tanto a apraxia construcional como a de vestimenta resultam geralmente de lesões no hemisfério direito.

A apraxia da marcha é a incapacidade para iniciar o movimento espontaneamente e organizar a atividade gestual da marcha, ocorrendo com frequência à marcha em pequenos passos (petit pas). A apraxia da marcha resulta de lesões dos lobos frontais e subcorticais e de alterações associadas à hidrocefalia de pressão normal.

A apraxia mielocinética é a incapacidade de executar movimentos adquiridos delicados; a rapidez e a habilidade estão afetadas, independentemente da complexidade do gesto; pode ser identificada na mímica, sendo mais evidente quando se testam os movimentos distais independentes, principalmente os mais rápidos (ex.: o paciente é incapaz de imitar o ato de passar a ferro).

A apraxia bucofacial é a incapacidade de realizar os movimentos voluntários da deglutição, movimentos voluntários da língua, movimentos faciais ao comando (ex.: lamber os lábios, soprar um fósforo), mas automaticamente fumam e recolhem migalhas nos lábios com a língua.

A apraxia agnóstica é retratada por alguns autores como a associação entre as apraxias com as agnosias, sendo por definição: apraxia – alteração das funções gestuais, e agnosias – alteração das funções cognitivas, ou seja, o paciente não realiza os gestos por não reconhecer o objeto e qual a sua utilização.

A Apraxia diagonística consiste em má cooperação entre as mãos na execução de tarefas bimanuais. Nas atividades espontâneas, às vezes, pode estar evidente, por exemplo: uma pessoa deposita sobre o balcão de uma loja o dinheiro que deve após uma compra; a mão direita pega normalmente o objeto comprado enquanto a mão esquerda apodera-se do dinheiro antes que seja registrado no caixa, como se já se tratasse do troco. As dificuldades que o paciente encontra para a execução dessas tarefas bimanuais devem-se ao fato de que o conjunto cérebro esquerdo/mão direita responde às solicitações verbais ou aos projetos conceituais, enquanto o conjunto cérebro direito/mão esquerda responde às estimulações visuais concretas. Os dois hemisférios separados não podem coordenar sua respectiva atividade e atrapalham-se mutuamente.

A recuperação de um paciente com hemiplegia constitui-se em um grande desafio, tanto pela complexidade das funções perdidas, quanto pela a...

Fases de recuperação da Hemiplegia


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A recuperação de um paciente com hemiplegia constitui-se em um grande desafio, tanto pela complexidade das funções perdidas, quanto pela alta incidência de dor no ombro, resultando em impacto negativo no processo da reabilitação.   Esse quadro álgico possui etiologia diversificada podendo estar relacionado com: subluxação escápulo-umeral, capsulite do ombro, síndrome do impacto, síndrome complexa de dor regional, tendinite bicipital, neuropatia por tração do plexo braquial, espasticidade, mobilização do membro superior paralisado em torno da amplitude de movimento (ADM), limitação de ADM, lesões de partes moles, dor central, ou a união destes fatores.

Para o fisioterapeuta que trabalha com fisioterapia na neurologia, é importante saber as fases de recuperação, estipuladas e 203 pela Organização Mundial de Saúde:

- Persistência da hipotonia (estágio flácido), havendo perda motora geral e/ou perda sensorial severa, o braço fica flácido e caído e o paciente não consegue firmar-se no espaço devido à fraqueza muscular e ao baixo tónus muscular, sendo o mais incapacitante dos 3 estágios.

- Evolução para o tónus normal (o estagio de recuperação), os movimentos iniciam-se nos membros, primeiro mais distalmente, permanecendo na generalidade uma leve incapacidade.

- Evolução para a hipertonia (o estágio espástico), a recuperação da função motora com uma evolução para a espasticidade é bastante frequente. Há uma recuperação inicial dos movimentos proximais dos membros.

O tónus muscular aumentado conduz à espasticidade que se apresenta nos músculos antigravíticos. Este tónus muscular é diferente em cada indivíduo, influenciando a qualidade do movimento:

  •     espasticidade severa: os movimentos são difíceis e por vezes impossíveis devido à contração muscular contínua;
  •     espasticidade moderada: os movimentos são lentos e realizados com esforço e coordenação anormal;
  •     espasticidade leve: os movimentos grossos dos membros são possíveis, enquanto os movimentos finos da mão são difíceis.

Com a infuncionalidade do membro é comum que o paciente adquira posturas compensatórias, reforçando o não uso do membro parético para realizar suas AVDs, limitando-o em algumas atividades nas quais são necessário o apoio bimanual, síndromes do uso excessivo e quadros álgicos no braço funcional.

O cérebro comanda as funções do corpo. Cada área do cérebro é responsável por uma determinada função, como, os movimentos dos braços e da...

Fisiopatologia da paralisia cerebral



O cérebro comanda as funções do corpo. Cada área do cérebro é responsável por uma determinada função, como, os movimentos dos braços e das pernas, a visão, a audição e a inteligência. Uma criança com Paralisia Cerebral pode apresentar alterações que variam desde leve falta de coordenação dos movimentos ou uma maneira diferente para andar até inabilidade para segurar um objeto, falar ou deglutir.

O desenvolvimento do cérebro tem início logo após a concepção e continua após o nascimento. Ocorrendo qualquer fator agressivo ao tecido cerebral antes, durante ou após o parto, as áreas mais atingidas terão a função prejudicada e dependendo da importância da agressão, certas alterações serão permanentes caracterizando uma lesão não progressiva.

Dentre os fatores potencialmente determinantes de lesão cerebral irreversível, os mais comumente observados são infecções do sistema nervoso, hipóxia (falta de oxigênio) e traumas de crânio. O desenvolvimento anormal do cérebro pode também estar relacionado com uma desordem genética, e nestas circunstâncias, geralmente, observa-se outras alterações primárias além da cerebral. Em muitas crianças, a lesão ocorre nos primeiros meses de gestação e a causa é desconhecida.

Quando a lesão está localizada na área responsável pelo início dos movimentos voluntários, trato piramidal, o tônus muscular é aumentado, isto é, os músculos são tensos e os reflexos tendinosos são exacerbados. Esta condição é chamada de paralisia cerebral espástica.

A espasticidade se refere a um aumento do tônus ou da tensão de um músculo. Normalmente, os músculos devem ter um tônus suficiente para manter a postura, ou o movimento, contra a força da gravidade, proporcionando, ao mesmo tempo, a flexibilidade e a velocidade de movimento. O comando para esticar o músculo, ou aumentar o seu tônus, vai para a medula espinhal através dos nervos que vêm daquele músculo.

Estes nervos são chamados de “fibras nervosas sensoriais” por informarem a medula o quanto de tônus o músculo tem. O comando para flexionar, ou reduzir o tônus muscular, vai para a medula espinhal através dos nervos no cérebro. Estes dois comandos devem ser bem coordenados na medula, para que o músculo trabalhe bem e facilmente, ao mesmo tempo que mantém a força.

Uma pessoa apresenta a Paralisia Cerebral porque ela sofreu uma lesão no cérebro. Por razões ainda não bem claras, o dano tem a tendência de ocorrer na área do cérebro que controla o tônus e o movimento muscular dos braços e das pernas. O cérebro de um indivíduo com Paralisia Cerebral é, portanto, incapaz de influenciar o quanto de flexibilidade o músculo deve ter. O comando do músculo por si só domina a medula espinhal e, como resultado, o músculo fica muito tenso, ou espástico.

As crianças com envolvimento dos braços, das pernas, tronco e cabeça (envolvimento total) têm tetraplegia espástica e são mais dependentes da ajuda de outras pessoas para a alimentação, higiene e locomoção. A tetraplegia está geralmente relacionada com problemas que determinam sofrimento cerebral difuso grave (infecções, hipóxia e traumas) ou com malformações cerebrais graves.

Quando a lesão atinge principalmente a porção do trato piramidal responsável pelos movimentos das pernas, localizada em uma área mais próxima dos ventrículos (cavidades do cérebro), a forma clínica é a diplegia espástica, na qual o envolvimento dos membros inferiores é maior do que dos membros superiores. A região periventricular é muito vascularizada e os prematuros, por causa da imaturidade cerebral, com muita freqüência apresentam hemorragia nesta área. As alterações tardias provocadas por esta hemorragia podem ser visualizadas com o auxílio da neuroimagem (leucomalácea periventricular). Por este motivo, a diplegia espástica é quase sempre relacionada com prematuridade. Esta forma é menos grave do que a tetraplegia e a grande maioria das crianças adquirem marcha independente antes dos oito anos de idade.

Na hemiplegia espástica, são observadas alterações do movimento em um lado do corpo, como por exemplo, perna e braço esquerdos. As causas mais freqüentes são alguns tipos de malformação cerebral, acidentes vasculares ocorridos ainda na vida intra-uterina e traumatismos cranio-encefálicos. As crianças com este tipo de envolvimento apresentam bom prognóstico motor e adquirem marcha independente. Algumas apresentam um tipo de distúrbio sensorial que impede ou dificulta o reconhecimento de formas e texturas com a mão do lado da hemiplegia. Estas crianças têm muito mais dificuldade para usar a mão.

As crianças com espasticidade tendem a desenvolver deformidades articulares porque o músculo espástico não tem crescimento normal. Flexão e rotação interna dos quadris, flexão dos joelhos e equinismo são as deformidades mais freqüentes nas crianças que adquirem marcha. Além destas, as crianças com tetraplegia espástica podem desenvolver ainda, luxação paralítica dos quadris e escoliose.

Tônus é o estado de relativa tensão em que se encontra permanentemente um músculo normal em repouso. As alterações do tônus podem ser de aum...

Causas da Hipotonia Infantil


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Tônus é o estado de relativa tensão em que se encontra permanentemente um músculo normal em repouso. As alterações do tônus podem ser de aumento (hipertonia), diminuição (hipotonia) ou ausência completa (atonia).

Hipotonia significa a diminuição do tônus muscular.

A hipotonia é, com frequência. um indicador de problemas preocupantes. A condição pode afetar crianças ou adultos.

Crianças com hipotonia parecem frouxas e parecem uma "boneca de pano" quando seguradas. Elas descansam com os cotovelos e joelhos livremente estendidos, enquanto crianças com o tônus normal tendem a flexionar os cotovelos e joelhos. Elas podem ter pouco ou nenhum controle da cabeça. A cabeça pode cair para o lado, para trás ou para a frente.

As crianças com tônus normal podem ser erguidas com as mãos dos pais colocadas sob suas axilas. Os bebês hipotônicos tendem a escorregar entre as mãos, já que seus braços se erguem sem resistência.

Causas

O tônus e o movimento muscular envolvem o cérebro, a medula espinhal, nervos e músculos. A hipotonia pode ser um sinal de um problema qualquer ao longo da interface que controla o movimento muscular.

As causas podem incluir:

  • Danos cerebrais ou encefalopatia em função de: Falta de oxigênio antes ou logo após o nascimento
  • Problemas com a formação cerebral
  • Distúrbios musculares, como distrofia muscular
  • Distúrbios que afetam os nervos que abastecem os músculos (distúrbios neuromotores)
  • Distúrbios que afetam a capacidade de os nervos enviarem mensagens para os músculos: -Botulismo infantil
  • Miastenia grave
  • Erros inatos de metabolismo (distúrbios genéticos raros nos quais o corpo não consegue transformar alimento em energia adequadamente)
  • Infecções
  • Outros distúrbios ou defeitos genéticos ou cromossômicos que provocam danos cerebrais e nos nervos, como: -Síndrome de Down
  • Síndrome de Prader-Willi
  • Doença de Tay-Sachs
  • Trissomia 13
  • Outros distúrbios diversos: -Acondroplasia
  • Hipotireoidismo congênito
  • Ataxia cerebelar congênita
  • Síndrome de Marfan
  • Substâncias tóxicas ou toxinas
  • Lesões à medula espinal que ocorre no nascimento

O Acidente Vascular Cerebral (AVC ou derrame) é uma das principais causas de incapacidade a longo prazo, bem como uma das principais causa...

Alterações da função perceptiva pós AVC


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O Acidente Vascular Cerebral (AVC ou derrame) é uma das principais causas de incapacidade a longo prazo, bem como uma das principais causas de morte no Brasil

Após a ocorrência de AVC poderá estar presentes alguns déficit perceptivos. O seu tipo e extensão vão depender do local da lesão. As lesões do hemisfério não dominante (para a maioria dos indivíduos o hemisfério direito) produzem distúrbios da percepção. Os distúrbios podem ser em nível da figura de fundo, posição no espaço, constância da forma, percepção da profundidade, relações espaciais e orientação topográfica. A apraxia e a agnosia são outros dos distúrbios frequentes em indivíduos que sofreram um AVC.

A apraxia consiste na incapacidade para programar uma sequência de movimentos, apesar das funções motoras e sensoriais estarem aparentemente conservada. A apraxia pode manifestar-se de varias formas, sendo estas, a apraxia ideomotora (gestos); a apraxia ideativa (tarefa); a apraxia do vestir (incapacidade para efetuar as tarefas funcionais do ato de vestir) e a apraxia construtiva (incapacidade para construir modelos a duas ou três dimensões).

A agnosia consiste na incapacidade de reconhecer objetos familiares de uso pessoal, e de lhe dar uma função, ainda que os órgãos sensoriais não estejam lesados. Poderão igualmente surgir alterações em nível da imagem e esquema corporal, onde se incluem a negligência unilateral e falhas na discriminação esquerdo-direita.

O tônus muscular é um estado de tensão permanente do músculo estriado, mesmo quando em repouso, ou por outras palavras, é a resistência ...

3 reflexos e o tônus muscular



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O tônus muscular é um estado de tensão permanente do músculo estriado, mesmo quando em repouso, ou por outras palavras, é a resistência encontrada ao movimento passivo dos membros.

Existem três reflexos essenciais que explicam a existência do tônus muscular:

1º - reflexo miotático da extensão

Sempre que existe um estiramento muscular, os receptores intrafusais do fuso são estimulados, enviando sinais pelas fibras aferentes IA até a medula, onde as fibras se conectam com o motoneurônio α,  promovendo a contração muscular, evitando assim o estiramento muscular excessivo.

2º - reflexo miotático inverso

Sempre que existe um aumento da tensão muscular, os receptores do órgão tendinoso de golgi sao estimulados, enviando sinais pelas fibras aferentes IB até a medula, onde as fibras se conectam com dois interneurônios, um que irá inibir o motoneurônio α do músculo agonista e outro que irá ativar o motoneurônio α do músculo antagonista, evitando assim a contração excessiva do músculo agonista.

3º - reflexo de encurtamento

Ainda hoje não totalmente compreendido, consiste numa contração muscular reflexa à medida que o músculo vai se aproximando dos seus pontos de inserção, sendo então notado a partir de um determinado ângulo de flexão da articulação.

O tônus muscular é consequência de reflexos que atuam ao nível do arco reflexo, permitindo uma harmonia de movimento entre músculos agonistas e antagonistas tanto na postura como na participação em movimentos associados e, evitando contrações ou estiramentos excessivos.

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