Saiba mais sobre a neuropatia periférica e formigamento nos pés







Nosso Sistema Nervoso é composto basicamente pelo cérebro, a medula espinhal e uma extensa e rede de nervos periféricos. Esses nervos trazem toda a sensibilidade para o cérebro e levam todas as ordens motores do cérebro para os músculos.  Quando a função do nervo está alterada surgem formigamentos, dores em choque, perda de sensibilidade e até fraqueza muscular, em alguns casos. Reconhecendo o problema no início podemos estabelecer a causa da disfunção e evitar um dano irreversível.

Os nervos são estruturas bastante sensíveis e podem ser comprometidos por trauma, medicamentos, uso de álcool, doenças sistêmicas como a diabetes, o hipotireoidismo, além de doenças genéticas e infecciosos. Um diagnóstico preciso exige uma investigação abrangente e precoce, a fim de evitar uma sequela neurológica.

O problema pode ocorrer em qualquer idade, mas as causas mais comuns ocorrem acima dos 40 anos. Os sintomas são variáveis de acordo com a causa e a intensidade. O mais típico é o aparecimento bilateral e simétrico de alteração sensitiva iniciando nos pés e subindo, como um formigamento ou perda de sensibilidade. No entanto, existem formas com atrofia e fraqueza, assimetria, ou mesmo começando nas mãos.

O quadro pode ser agudo, evoluindo em alguns dias, ou mais crônico, piorando em meses a anos. Muita gente deixa passar os sintomas iniciais e só procuram ajuda quando apresentam dificuldade para andar, feridas no pé (que não tem mais sensibilidade) ou quando os membros superiores são acometidos. Nestes casos, a recuperação pode não ser mais a mesma. A neuropatia periférica, que é como chamamos o conjunto de doenças do nervos periféricos é geralmente a ponta de um Iceberg, vem sinalizar uma doença oculta, como a carência de vitamina B12, um problema de tireoide, a presença de um medicamento tóxico, uma diabetes mais avançada, um tumor oculto, etc. Vale muito a pena procurar o Neurologista na fase ainda de formigamentos para tentar barrar o processo e auxiliar o corpo como um todo.

Para investigar a causa são geralmente necessários exames de sangue e, eventualmente, um exame chamado eletroneuromiografia (este estuda a condução elétrica do nervo e visa identificar o tipo, a distribuição e a intensidade da lesão).

O tratamento é dividido em 4 medidas principais:

1-    Tratar a causa  (30% das vezes a causa pode permanecer obscura)

2-    Medicamentos para reduzir sintomas (formigamento, por exemplo)

3-    Reabilitação física especializada

4-    Cuidados com o membro afetado

Trata-se de um problema de fácil percepção, investigação e com tratamento efetivo (principalmente em casos iniciais e com causa reconhecida).



Capacite-se para atender melhor os pacientes:
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