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Fisioterapia aplicada a Neurologia




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  O fisioterapeuta é o profissional da área da saúde encarregado de avaliar as lesões de um paciente e, dessa maneira, estabelecer e admin...

O que é um fisioterapeuta


 
O fisioterapeuta é o profissional da área da saúde encarregado de avaliar as lesões de um paciente e, dessa maneira, estabelecer e administrar o correto tratamento utilizando meios físicos (exercícios de um determinado músculo ou de um específico conjunto de músculos para recuperar um ou mais movimentos, por exemplo).

Para ser um fisioterapeuta é preciso graduar-se no curso de fisioterapia, este curso dura, normalmente, quatro anos. Recomenda-se que este profissional saiba falar inglês (isto aumenta as chances de trabalhar no estrangeiro), que se mantenha atualizado e se especialize em alguma área (geriatria, oncologia, ortopedia, neurologia, desportiva, acupuntura, cardiologia, etc.).

Dentre as principais atividades exercidas pelo fisioterapeuta podemos destacar:

- o aumento da capacidade respiratória de pacientes que apresentem dificuldades respiratórias;

- tratamento da deformidade da coluna ou problemas de postura (utilizando exercícios de alongamento e fortalecimento dos músculos da coluna vertebral);

- auxiliar na recuperação dos pacientes vítimas de acidente vascular cerebral (AVC), traumatismo craniano e paralisia;

- evitar problemas circulatórios e de postura em gestantes;

- manter pessoas idosas com uma boa coordenação motora e a musculatura rígida; possibilitar o desenvolvimento e a capacidade motora e física de bebês com problemas neurológicos;

- propiciar a reabilitação de atletas contundidos;

- ensino de exercícios para pessoas que têm asma, bronquite crônica ou enfisema pulmonar e controle dos aparelhos de respiração e de retirada da secreção pulmonar destes pacientes;

- utilização de técnicas como eletroterapia, hidroterapia e termoterapia para estimular a circulação e os movimentos dos pacientes com fraturas, luxações entorses e traumas musculares de toda espécie.

O fisioterapeuta também pode atuar na área de medicina estética, auxiliando cirurgiões plásticos na recuperação dos pacientes.

Há algumas características que são desejáveis para este profissional, são elas: paciência; autocontrole; sensibilidade tátil; equilíbrio emocional; iniciativa; responsabilidade, senso de observação; criatividade; capacidade de observação e de decisão; boa disposição física; ter boa coordenação motora; querer ajudar ao próximo; concentração; boa comunicação e interesse pelo corpo humano.

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Parabens, Fisioterapeutas!








E faça do hoje o ínicio para um futuro melhor. Revolucione, Renove, Invista, Resgate, Recile e Lute. Seja perseverante, vença o cansaço, seja sincero. Vamos elevar a Fisioterapia!.

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1)  TETRAPLEGIA : mais freqüente muito grave. As manifestações clínicas são observadas desde o nascimento e se agrava conforme a criança va...

Tipos clínicos da Paralisia Cerebral Espástica


1) TETRAPLEGIA: mais freqüente muito grave. As manifestações clínicas são observadas desde o nascimento e se agrava conforme a criança vai crescendo. Há uma imprópria distribuição do tônus muscular: hipertonia dos músculos dos membros superiores e inferiores e hipotonia dos músculos eretores da cabeça e do tronco, que não consegue sustentar a cabeça na época normal, por volta dos três meses, e quando manipulados apresentam espasticidade.

Compromete:

- Desenvolvimento psicomotor, ou seja, a manipulação de objetos com membros superiores, não sentam, engatinham ou ficam em pé na época normal;

- Fala;

- Sono; 

- Não consegue cerrar a boca, salivação excessiva (sialorréia) e dificuldade para engolir(disfagia);

- Durante o choro a hipertonia se evidência, ocorrendo hiperextensão do tronco e membros;

- Membros inferiores ficam em extensão e adução formando um X, às vezes em posição viciosa: pé eqüino, flexão das pernas sobre as coxas;

- Membros superiores ficam muitos espásticos, com o cotovelo e punho em flexão. Ocorre incapacidade motora, às vezes necessitando de correção cirúrgica. Os casos com espasticidade muito intensa apresentam-se em extensão;

- Os reflexos arcaicos persistem sendo que nos casos mais graves as mãos ficam fechadas e os dedos fortemente fletidos;

- Estão presentes freqüentemente a preensão reflexa dos dedos da mão e do pé, reflexo de Moro, mesmo com um limiar muito baixo, e a marcha reflexa, podendo dar impressão de que a criança está querendo andar. Estes reflexos deveriam ter desaparecidos por volta dos três meses, se fosse normal;

- As convulsões ocorrem em 50% dos casos, acompanhadas por espasmos em flexão e extensão, que podem ocorrer agrupados ou isolados. Quanto mais grave o caso, maior é o número de espasmos e mais freqüentes estes aparecem;

- Há diminuição do perímetro craniano, achatamento da região parietoccipital de um dos lados e diminuição do Q.I. com conseqüente diminuição das funções intelectuais;

- A fala é rudimentar ou ausente, e a percepção da palavra diminui;

- A criança sofre freqüentes infecções nos pulmões e vias aéreas superiores.

2) HEMIPLEGIA: não é notada nos primeiros dias de vida, a criança só é levada à consulta com alguns meses de vida, geralmente quando os pais notam que ela só utiliza os membros de um hemicorpo. Em alguns casos em que a hemiplegia é muito acentuada, logo ao nascer é percebida a patologia. Os pais confundem os filhos com canhotos em hemiplegias direitas, que são mais freqüentes que as esquerdas.

Compromete:

- Desenvolvimento motor, notado após seis meses, quando começa usar os membros inferiores para ficar em pé, engatinhar e andar;

- A hemiplegia é desproporcional, ou seja, mais acentuada nos membros superiores;

- A face é raramente comprometida; - quadro é menos grave que o anterior, há sincinesia ( imitação ), do hemicorpo afetado em relação ao lado são;

- A inteligência é bem menos afetada que na anterior, e não há diferença entre hemiplegia direita e hemiplegia esquerda em relação ao Q.I.;

- A fala também é afetada, às vezes pode ser normal apenas com retardo na aprendizagem;

- A ocorrência de convulsões também é bem menor, sendo mais freqüente nas hemiplegias adquiridas durante a infância;

- Membros Superiores : hipertonia em flexão; 

- Membros Inferiores: hipertonia em extensão, pé eqüinovaro: apoio sobre os dedos, com deformação e posição viciosa. Os membros se atrofiam, ficando bem menores que os sãos, dificultando ainda mais a marcha.


3) DIPLEGIA CEREBRAL: (Paraplegia) ocorre em 17.7%. Difícil diagnóstico de início desse tipo de Paralisia Cerebral. Grande predomínio de distúrbios motores e do tônus nos membros inferiores, sendo os membros superiores pouco atingidos. O quadro neurológico é caracterizado por: 

- Comprometimento motor dos membros inferiores

No 1º semestre

· Nota-se atraso no ultrapassar as etapas de controle da cabeça e do tronco 
· Retardo para sentar-se ou manter-se sentado 

No 2 º semestre:
 
· Incapacidade motora se torna bem flagrante
· Criança faz bom uso do membro superior, prende objetos com as mãos, manipula, mas não mantêm-se em pé com quase 10 meses como crianças normais 
· Coloca-se a criança em pé, ela estende os membros inferiores e aduzem as coxas assumindo a posição em X ou tesoura 

No 2º ano

· O quadro se torna exuberante e a incapacidade de andar é sintoma principal 

*** Se a criança não receber atenção adequada, já no 2 ano pode retrair os músculos adutores da coxa, dificultando ainda mais a marcha, os pés assumem a posição eqüinovara o que dificulta ainda mais no andar.


O exame neurológico mostra:

 
* Sinais de déficit e liberação ;
* Reflexos profundos exaltados, podendo ter clono do pé e trepidação ;
* Cutâneo plantar em extensão (o hálux às vezes pode ficar nessa posição ) ;
* A fala é normal nos 50% dos casos 
* Retardo na aprendizagem e a disartria ( + freqüente )
* Convulsões ( bem menos freqüente em 19% dos casos )

1ª CAMINHADA DOS 40 ANOS DE REGULAMENTAÇÃO DA FISIOTERAPIA E DA TERAPIA OCUPACIONAL DATA: 04 de outubro de 2009 CONCENTRAÇÃO: Praia de Copa...

Caminhada ods 40 anos da regulamentação da profissão




1ª CAMINHADA DOS 40 ANOS DE REGULAMENTAÇÃO DA FISIOTERAPIA E DA TERAPIA OCUPACIONAL

DATA: 04 de outubro de 2009

CONCENTRAÇÃO: Praia de Copacabana (altura de Rodolfo Dantas)- em frente ao Copacabana Palace às 9:00 h.

TRAJETO: Sairemos da Rodolfo Dantas às 10:30 e iremos até a Miguel Lemos

VENHA CAMINHAR CONOSCO !!!

Tal evento congregará profissionais e sociedade para celebrar os 40 anos de regulamentação dessas profissões que tantos serviços têm prestado à Sociedade. 

Por causa dos reconhecidos benefícios prestados pela fisioterapia e pela terapia ocupacional na reintegração social dos usuários, nessa caminhada será externada a necessidade de maior acesso aos serviços de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional por toda sociedade.
Não deixe de Ir e Participar. Todos somos Importantes e Precisamos Estar Lá!
Será um passeata alegre de confraternização e divulgação de nossa importante e querida profissão. Compareça com a sua família!

É uma doença do Sistema Nervoso Central, lentamente progressiva, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização (perda da sub...

O que é esclerose multipla


É uma doença do Sistema Nervoso Central, lentamente progressiva, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização (perda da substância - mielina - que envolve os nervos) no crânio e medula espinhal , dando lugar a sintomas e sinais neurológicos sumamente variados e múltiplos, às vezes com remissões, outras com exacerbações, tornando o diagnóstico, o prognóstico e a eficiência dos medicamentos discutíveis.

O que causa?

Não existem causas conhecidas para a esclerose múltipla, entretanto estudam-se causas do tipo anomalias imunológicas, infecção produzida por um vírus latente ou lento e mielinólise por enzimas.

Observações de casos familiares sugerem suscetibilidade genética e as mulheres são um pouco mais afetadas do que os homens.

Podemos dizer que atualmente há maior número de casos do que nos anos 50, e que as manifestações surgem entre os 20 e os 40 anos de idade, sendo que essa enfermidade teria menor prevalência e incidência na América Latina, principalmente no Brasil, pois é mais comum em climas temperados do que em climas tropicais.

O que se sente?

Os pacientes referem problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força, fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades, dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.

A evolução é imprevisível e muito variada. No início podem haver períodos longos de meses ou anos entre um episódio ou outro, mas os intervalos tendem a diminuir e eventualmente ocorre a incapacitação progressiva e permanente. Alguns pacientes se tornam rapidamente incapacitados. Quando a doença se apresenta na meia-idade a progressão é rápida e sem melhoras e às vezes fatal em apenas um ano.

Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico possível e provável dependerá da experiência do neurologista que, auxiliado por exames para-clínicos pertinentes, tais como: Ressonância Magnética, líquido cefalorraquidiano, potenciais evocados e outros, chegará ao diagnóstico definitivo, sem praticamente precisar do exame anátomo-patológico.

Qual é o tratamento?

Quanto ao tratamento, além dos cuidados gerais, recomenda-se fisioterapia e psicoterapia. Usam-se antivirais como Amantadina, Aciclovir, Interferon, Imunossupressores, ACTH, Corticóides que, se não curam, poderão melhorar às vezes sensivelmente a sintomatologia, sobretudo Pulsoterapia corticóide, acompanhado ocasionalmente por plasmaferese, são algumas armas utilizadas com o intuito de combater a doença, porém devemos reconhecer que são sumamente dispendiosos e com resultados discutíveis. Inobstante poder combater os sintomas como a espasticidade (droga antiespástica), toxinas botulínica, betabloqueadores e as dores raras do Trigêmeo (carbamazepina e clonazepam), inequívocamente auxiliam a vida dos pacientes, que apresentam sempre um sinal de interrogação no seu prognóstico.

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